Wurst
Eu, que pouca ou nenhuma ligação tenho à cultura germânica - excepção feita à extraordinária música dos Scooter - , seria normal não ter conhecimento das linhas com que se coze a fast-food daquele país. Conheci no último fim-de-semana, graças a um discreto cubículo, mais pequeno que o meu quarto, ali para os lados do Cais do Sodré, onde se servem as famosas wurst, desde a simples bratwurst até uma outra recheada com caril. Sabemos que estamos a dar sapatadas na nossa nutrição e saúde enquanto deglutimos uma salsicha de porco devidamente acondicionada num molho de ketchup e caril, mas acredito que é uma opção menos má que as cadeias americanas de hamburguers. Há que passar um dia pelo LIDL mais próximo e experimentar fazê-las em casa. Até lá, Wurst é o nome a reter.

1 comentários:
Ai o colestrol!
Eu experimentei-as pela primeira vez em Berlim, há uns dois anos atrás. Boas mas enjoativas. Não é um petisco que consiga comer com regularidade...
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