vamos a brindar com vinho verde
sexx libano
fotografias de dirigente sindicatos CGTP sul do tejo
porcentagem de matadouros ilegais
após 200 anos como seria o mundo
como fazer figuras em plasticina
onde surgiu esse nome lei de murphy
qualquer pessoa pode comprar no marl
alguém conhece a música portuguesa chamada verde vinho?
o trafico no ALTO DO SALDANHA
Rapaziada da Bica
Na última edição, a revista do Expresso contempla um artigo sobre a zona da Bica, em Lisboa. Nunca deixando de fazer uma certa comparação com o Bairro Alto, uns metros acima. Pelo conteúdo do artigo e indo buscar a minha própria experiência, não deixa de ser interessante constatar que existem diferenças perceptíveis entre os dois espaços. Começando na vida que ambos os bairros têm durante o dia: se é certo que ambos mantém o espírito de bairro onde há um maior grau de proximidade entre os habitantes, ajudado pela própria arquitectura dos espaços e pela presença de pequeno comércio com um importante papel de socialização, é um facto que o Bairro Alto ganhou alguns pontos ao cativar pequeno comércio que só ali se encontra, como lojas de roupa e discos que dificilmente se encontram noutro lado, coisa que na Bica é mais difícil de encontrar.
No entanto, o que o artigo do jornal Expresso mais enaltece é a especificidade na vida nocturna da Bica. Em primeiro lugar, o preço da bebida naquela zona acaba por dificultar um pouco a vida de quem para lá vai em busca de bebedeira fácil e barata (e que, eventualmente, poderá gerar maior confusão), por isso a rapaziada mais nova acaba por subir a rua e ir parar ao BA. Pelo factor preço, acaba por se construir uma certa elitização da zona. Assim sendo, quem anda pelos lados da Bica acaba por pertencer a um grupo social um pouco diferente, gente mais velha, com maior formação e mais dinheiro, maioritariamente na casa dos 30 anos. Malta simpática que vende droga aos transeuntes, góticos, frequentadores da zona gay ali para os lados da Rua da Atalaia ou gente que não toma banho diariamente e toca djambé acabam por ir parar ao Bairro Alto.
Fica assim feito o retrato: no Bairro Alto, a mistura de tribos e de pessoas, na Bica um público ou pouco mais específico, composto por gente um pouco mais velha e com outra vida. Parecem, à partida, universos distintos mas o que é facto é que ambos convivem praticamente lado a lado de forma pacífica, separados pela movimentada rua que dá pelo nome de Calçada do Combro. No fundo, duas das versões da noite lisboeta.
No entanto, o que o artigo do jornal Expresso mais enaltece é a especificidade na vida nocturna da Bica. Em primeiro lugar, o preço da bebida naquela zona acaba por dificultar um pouco a vida de quem para lá vai em busca de bebedeira fácil e barata (e que, eventualmente, poderá gerar maior confusão), por isso a rapaziada mais nova acaba por subir a rua e ir parar ao BA. Pelo factor preço, acaba por se construir uma certa elitização da zona. Assim sendo, quem anda pelos lados da Bica acaba por pertencer a um grupo social um pouco diferente, gente mais velha, com maior formação e mais dinheiro, maioritariamente na casa dos 30 anos. Malta simpática que vende droga aos transeuntes, góticos, frequentadores da zona gay ali para os lados da Rua da Atalaia ou gente que não toma banho diariamente e toca djambé acabam por ir parar ao Bairro Alto.
Fica assim feito o retrato: no Bairro Alto, a mistura de tribos e de pessoas, na Bica um público ou pouco mais específico, composto por gente um pouco mais velha e com outra vida. Parecem, à partida, universos distintos mas o que é facto é que ambos convivem praticamente lado a lado de forma pacífica, separados pela movimentada rua que dá pelo nome de Calçada do Combro. No fundo, duas das versões da noite lisboeta.
A receita para a Segurança
Com as cimeiras que se têm realizado em Lisboa ou arredores, lá vêm as inevitáveis medidas de segurança e os encerramentos de trânsito, que me parecem contraproducentes. Digo isto porque toda a gente fica a saber por onde andam os chefes de Estado. No caso recente da visita de Vladimir Putin a Portugal, acredito que a coisa seria bem mais discreta e segura se o senhor andasse a circular num qualquer Opel Corsa ou Peugeot 307 com o autocolante da Rádio Renascença no vidro traseiro, em plena Segunda Circular ou IC-19.
Gente bonita e fascinante como o Artur Jorge
Esta reportagem foi apanhada um pouco por acaso num zapping, e, graças às repetições semanais na RTP Memória, lá consegui gravar a entrevista de Cristina Caras Lindas a Artur Jorge, que se desenrola no Museu do Azulejo. Não consegui apurar o ano em que a acção se desenrola, mas será num dos seus períodos de paragem na carreira. Tal como os vídeos que eu coloco na net, também este não tem um especial momento de regozijo, mas vale um pouco pela especificidade da situação: a apresentadora que trouxe para a televisão o registo da imprensa cor-de-rosa entrevista o idiossincrático Artur Jorge, personalidade que tem o condão de falar sobre qualquer assunto como quem dá uma conferência sobre Heidegger na Faculdade de Letras, adornando o discurso com expressões do género "como deve calcular" ou "como sabe". Habitualmente, este senhor é ouvido (como é natural) a falar de futebol, mas ouvir um balanço da sua vida em discurso directo é um pouco menos usual.
Rankings
Os recentes rankings dos resultados dos exames do 9º e 12º ano reforçam aquilo que já se sabe: as melhores escolas são quase todas privadas e, aquelas que não o são, situam-se nas grandes cidades. Com estes resultados, prova-se exactamente o contrário, já que quem tem dinheiro coloca os filhos em boas escolas, proporcionando inevitavelmente uma melhor preparação para o futuro, que mais tarde se irá revelar num melhor acesso ao Ensino Superior e ao mercado de trabalho. E, se olharmos para as escolas públicas, situam-se quase sempre dentro de grandes cidades, pelo que está inerente uma certa filtragem com base na condição social, porque o aluno do subúrbio mais pobre dificilmente poderá inscrever-se num bom estabelecimento de ensino dentro da cidade.
Por aqui se prova que a democratização do ensino é algo que ainda não foi bem aplicado na prática, já que este seria a forma usada pelo Estado de permitir uma igualdade de oportunidades aos filhos dos ricos e aos filhos dos pobres, proporcionando a tão almejada mobilidade em termos sociais. E é também pelo acesso ao ensino que se vai cavando aos poucos o tão propalado fosso entre ricos e pobres.
Por aqui se prova que a democratização do ensino é algo que ainda não foi bem aplicado na prática, já que este seria a forma usada pelo Estado de permitir uma igualdade de oportunidades aos filhos dos ricos e aos filhos dos pobres, proporcionando a tão almejada mobilidade em termos sociais. E é também pelo acesso ao ensino que se vai cavando aos poucos o tão propalado fosso entre ricos e pobres.
O outro lado do mundo da bola

Eu, que passo a vida a a interrogar-me sobre as supostas xaropadas que outras pessoas passam o tempo a ver na televisão e sobre a febre das séries que invade os canais do cabo, as montras das lojas FNAC e o submundo dos downloads na Internet, tenho obtido nos últimos dias uma resposta razoável a a essas dúvidas, ao devorar avidamente a série "Rímel e futebol", que passa quase todos os dias no Fox Life.
A série, de seu nome original "Footballer's wives" gira em torno dos bastidores de uma equipa de futebol (fictícia) da Premiership, trazendo à baila tudo aquilo que se vai sabendo sobre o mundo dos craques da bola, bem como alguns dos clichês e estereótipos que vêm por arrasto: as negociatas dos investidores que mandam nestes clubes, as fantásticas condições de vida dos jogadores que trazem o inevitável deslumbramento, as namoradas e esposas que tanto têm de bonitas como de fúteis e de interesseiras ou as "facadinhas" nas costas dadas no matrimónio no seio do próprio grupo de trabalho. Aliás, as relações amorosas acabam por ser o mais relevante (embora não sejam o único) motor de toda a intriga, passando por uma elevada rotatividade da mulher do presidente do clube no seio da equipa, pela relação do filho do treinador com a madrasta, pelas jovens que apenas querem ter um namorado futebolista, pelo jogador que se divorcia para no dia seguinte começar a namorar com a melhor amiga da ex-mulher, nunca esquecendo o significativo índice de bissexualidade em jogadores, mulheres de jogadores e dirigentes.
A série terá gerado alguma polémica. Não andei a estudar sobre o assunto, mas a descrição que acabei de fornecer pode ajudar a perceber a razão. Não sei se por trazer à berlinda aquilo que já se sabe ou por receio de ajudar a criar mitos em torno deste mundo. Para além da polémica, existe também o factor rotatividade de personagem e de histórias, devido a transferências de jogadores da equipa, assegurando as necessárias mudanças ao longo das diversas temporadas. Sou o primeiro a reconhecer que esta série é pouco mais civilizada que uma telenovela, mas agora que a sigo diariamente já não há nada a fazer.
"Anda Pacheco!"
Do Fado tenho um conhecimento residual, ainda assim o suficiente para saber que Hermínia Silva é certamente um dos nomes que mais marcou a "canção nacional" e que, segundo consta, terá granjeado um estilo próprio e ajudado a colocar pela primeira vez o Fado em locais como o Parque Mayer, passando também pelo cinema português. Da sua obra, saíram canções que atravessaram os tempos como "Velha tendinha", "Rosa Enjeitada", "Mãos sujas" ou "Casa da mariquinhas", que consta no vídeo de cima. No dia de hoje, assinala-se o centenário do nascimento de Hermínia Silva.
Googladas
leide dai
regras para funcionamento KARAOKE
burras como cepos
blog spot video indo ao ginecologista
homer simpson with benfica shirt
Doces pro meu Doce Onda Choc
regra de etiqueta quem sobe um escadaria na frente o homem ou a mulher
*leis da mente gratis*"
ronaldo chateado com luciana abreu
a probabilidade e o jogo de dominó
regras para funcionamento KARAOKE
burras como cepos
blog spot video indo ao ginecologista
homer simpson with benfica shirt
Doces pro meu Doce Onda Choc
regra de etiqueta quem sobe um escadaria na frente o homem ou a mulher
*leis da mente gratis*"
ronaldo chateado com luciana abreu
a probabilidade e o jogo de dominó
Os selos de todos nós
Independentemente de se gostar ou não de selos, ou de se achar que podem ser simples carimbos para uma carta poder seguir ou de serem uma forma de arte, é inquestionável que a filatelia é uma actividade nobre. Quem se dedica a coleccionar as mais diversas edições destes pequenos objectos do quotidiano que funcionam como testemunhos da História merece, pelo menos, o nosso respeito.
Acontece que respeito pelos selos é o que terá faltado, veja-se lá bem, a quem os promove, ou seja, aos CTT. Digo isto pelo facto de esta empresa ter recentemente lançado a iniciativa Meu Selo, que permite a qualquer cidadão criar a sua própria série de selos (um mínimo de 25), mediante o pagamento de pouco menos de 1 euro por unidade e o envio da imagem que passará a constar na face do selo. Apesar de o preço ser um pouco impeditivo para realizar esta pequena excentricidade, a iniciativa não deixa de ser um pequeno rombo na filatelia: em vez de as nossas cartas passarem a envergar selos alusivos às aves de Portugal, aos 50 anos da erupção do vulcão dos Capelinhos ou aos chafarizes da lusa pátria, poderemos ter nas nossas caixas de correio cartas com selos respeitantes aos três anos do Bernardo, ao casamento do Jorge e da Graciete ou à nova casa do casal Morais no Algarve.
Acontece que respeito pelos selos é o que terá faltado, veja-se lá bem, a quem os promove, ou seja, aos CTT. Digo isto pelo facto de esta empresa ter recentemente lançado a iniciativa Meu Selo, que permite a qualquer cidadão criar a sua própria série de selos (um mínimo de 25), mediante o pagamento de pouco menos de 1 euro por unidade e o envio da imagem que passará a constar na face do selo. Apesar de o preço ser um pouco impeditivo para realizar esta pequena excentricidade, a iniciativa não deixa de ser um pequeno rombo na filatelia: em vez de as nossas cartas passarem a envergar selos alusivos às aves de Portugal, aos 50 anos da erupção do vulcão dos Capelinhos ou aos chafarizes da lusa pátria, poderemos ter nas nossas caixas de correio cartas com selos respeitantes aos três anos do Bernardo, ao casamento do Jorge e da Graciete ou à nova casa do casal Morais no Algarve.
Assegurar a flexibilidade
No dia em que Lisboa era palco de discussão de políticas de emprego, por diferentes prismas - seja pela discussão a nível europeu de legislação laboral mais flexível ou pelo protesto em grande escala da CGTP na capital - ditaram as coincidências que também eu tivesse que me fazer à vida em busca de um novo emprego, ou seja, ir a uma entrevista de trabalho.
Nessa entrevista, foi-me proposta um período de experiência de três meses, recebendo o salário mínimo, para mais tarde receber uma quantia ligeiramente acima. Visto não me ser vantajoso do ponto de vista financeiro e de evolução profissional (as funções seriam exactamente as mesmas que desempenho actualmente), declinei diplomaticamente a proposta. Foi-me explicado que a proposta seria mais facilmente aceite por recém-licenciados, mais indefesos e menos conhecedores do mercado de trabalho e, por inerência, mais predispostos a aceitar baixos salários e ao contornar de certas obrigações legais.
Chegado a casa um pouco cabisbaixo com o sucedido, fiquei a saber que os líderes europeus aprovaram, meio à socapa, o avanço da Flexigurança (ou Flexisegurança), tendo inclusivamente José Sócrates classificado o dia de hoje como um marco histórico, acenando com o aval dado por confederações patronais e pelos sindicatos.
Fiquei então a matutar na entrevista de trabalho que tinha tido há uma hora atrás, na qual o meu interlocutor assumia que a opção por baixos salários se baseava essencialmente na simples lógica chico-espertista portuguesa do "Não queres, há bem quem queira!", mais do que por qualquer opção consistente de gestão. Voltei o raciocínio atrás e recordei que um dos argumentos usados a favor da Flexigurança é o de permitir um acesso mais fácil dos jovens ao mercado de trabalho, devido à liberalização dos despedimentos.
Concluí, portanto, que há qualquer coisa que não bate certo em tudo isto, já que a liberalização dos despedimentos não irá melhorar a vida de quem já não tem uma vida fácil, com a população licenciada deste país à cabeça. Esta liberalização colocará numa situação ainda mais difícil a posição de quem já goza de uma pouco invejável fragilidade no mercado de trabalho, ajudando a criar uma relação cada vez mais desigual entre empregador e empregado, que a prazo trará inevitáveis consequências no agudizar das desigualdades e de eventuais problemas sociais. E convém não esquecer que Portugal é o país da União Europeia onde estas desigualdades são mais visíveis.
Nessa entrevista, foi-me proposta um período de experiência de três meses, recebendo o salário mínimo, para mais tarde receber uma quantia ligeiramente acima. Visto não me ser vantajoso do ponto de vista financeiro e de evolução profissional (as funções seriam exactamente as mesmas que desempenho actualmente), declinei diplomaticamente a proposta. Foi-me explicado que a proposta seria mais facilmente aceite por recém-licenciados, mais indefesos e menos conhecedores do mercado de trabalho e, por inerência, mais predispostos a aceitar baixos salários e ao contornar de certas obrigações legais.
Chegado a casa um pouco cabisbaixo com o sucedido, fiquei a saber que os líderes europeus aprovaram, meio à socapa, o avanço da Flexigurança (ou Flexisegurança), tendo inclusivamente José Sócrates classificado o dia de hoje como um marco histórico, acenando com o aval dado por confederações patronais e pelos sindicatos.
Fiquei então a matutar na entrevista de trabalho que tinha tido há uma hora atrás, na qual o meu interlocutor assumia que a opção por baixos salários se baseava essencialmente na simples lógica chico-espertista portuguesa do "Não queres, há bem quem queira!", mais do que por qualquer opção consistente de gestão. Voltei o raciocínio atrás e recordei que um dos argumentos usados a favor da Flexigurança é o de permitir um acesso mais fácil dos jovens ao mercado de trabalho, devido à liberalização dos despedimentos.
Concluí, portanto, que há qualquer coisa que não bate certo em tudo isto, já que a liberalização dos despedimentos não irá melhorar a vida de quem já não tem uma vida fácil, com a população licenciada deste país à cabeça. Esta liberalização colocará numa situação ainda mais difícil a posição de quem já goza de uma pouco invejável fragilidade no mercado de trabalho, ajudando a criar uma relação cada vez mais desigual entre empregador e empregado, que a prazo trará inevitáveis consequências no agudizar das desigualdades e de eventuais problemas sociais. E convém não esquecer que Portugal é o país da União Europeia onde estas desigualdades são mais visíveis.
Pena é haver dois milhões de pessoas que nem os podem usar...
No dia dedicado à erradicação da pobreza e em que se sabe que há dois milhões de pobres em Portugal, é extraordinário saber que este é o mesmíssimo país que vai na frente das estatísticas em número de caixas multibanco.
Qual Fénix renascida das cinzas
Nos anos em que frequentei o curso de Comunicação Social e Cultural na Universidade Católica - tendo, nos últimos dois, enveredado pela variante Cultural da licenciatura - era assunto relativamente debatido a criação de uma associação que aglomerasse actuais e antigos alunos dessa variante - uma minoria, comparativamente a quem escolhia a variante Comunicação Social -, bem como profissionais que se dedicassem a actividades de Marketing, divulgação ou comunicação dentro das diversas áreas da Cultura. O propósito parecia pertinente, já que se tratava de uma actividade relativamente recente, pelo que havia torná-la visível, passando por uma conjugação de esforços de muitas pessoas.
A associação acabou por avançar, não sei precisar se em 2000 ou em 2001, embora sem estar juridicamente constituída, tendo sido feita uma conferência e pouco mais. A coisa foi morrendo aos poucos, talvez porque o entusiasmo inicial esmoreceu.
Ontem, andava numa pesquisa qualquer na Internet, quando me deparei com a página da dita Associação de Comunicadores Culturais (ACC), que julgo pouco ter a ver com a primeira tentativa de criação, feita há meia dúzia de anos atrás. A ACC começou a dar os primeiros passos há coisa de um ano, tendo inclusivamente uma comissão instaladora e um projecto de estatutos. Em Março deste ano, foi realizado um congresso destinado a discutir a actividade da associação, que conta, ao que me parece, com 70 associados.
De quem está à frente da associação instaladora, tenho poucas referências, a não ser o facto de nela estar presente o Prof. Filipe Serra, verdadeiro demiurgo do conhecimento relativo ao funcionamento da Cultura neste país, no universo de alunos do curso. Este facto, por si só, confere um selo de qualidade à dita associação, à qual não me junto, por não me encontrar, de momento, a trabalhar na área da Cultura e, face ao meu desgraçado percurso profissional, me parecer difícil que algum dia lá regresse.
Os eventuais interessados podem visitar a página da Associação de Comunicadores Culturais, bem como a página de um dos membros da comissão instaladora.
A associação acabou por avançar, não sei precisar se em 2000 ou em 2001, embora sem estar juridicamente constituída, tendo sido feita uma conferência e pouco mais. A coisa foi morrendo aos poucos, talvez porque o entusiasmo inicial esmoreceu.
Ontem, andava numa pesquisa qualquer na Internet, quando me deparei com a página da dita Associação de Comunicadores Culturais (ACC), que julgo pouco ter a ver com a primeira tentativa de criação, feita há meia dúzia de anos atrás. A ACC começou a dar os primeiros passos há coisa de um ano, tendo inclusivamente uma comissão instaladora e um projecto de estatutos. Em Março deste ano, foi realizado um congresso destinado a discutir a actividade da associação, que conta, ao que me parece, com 70 associados.
De quem está à frente da associação instaladora, tenho poucas referências, a não ser o facto de nela estar presente o Prof. Filipe Serra, verdadeiro demiurgo do conhecimento relativo ao funcionamento da Cultura neste país, no universo de alunos do curso. Este facto, por si só, confere um selo de qualidade à dita associação, à qual não me junto, por não me encontrar, de momento, a trabalhar na área da Cultura e, face ao meu desgraçado percurso profissional, me parecer difícil que algum dia lá regresse.
Os eventuais interessados podem visitar a página da Associação de Comunicadores Culturais, bem como a página de um dos membros da comissão instaladora.
Googladas
bitoque raguebi
REGRAS DE ETIQUETAS EM PUBLICO
quem toca as músicas com flautas no Karatê Kid
musica de natal jorge ferreira
noção de empilhador
o inverso da lei de murphy
lei piropos
par choc cromos
a esquizofrenia de Fernando Pessoa
cacho de banana figuras talo
REGRAS DE ETIQUETAS EM PUBLICO
quem toca as músicas com flautas no Karatê Kid
musica de natal jorge ferreira
noção de empilhador
o inverso da lei de murphy
lei piropos
par choc cromos
a esquizofrenia de Fernando Pessoa
cacho de banana figuras talo
O baú das canções: "Neste barco à vela"
Quem viu o último Gato Fedorento, é bem capaz de se lembrar da referência feita à canção "Neste barco à vela", dos Nevada. Situando-se no meio de duas vitórias da cantora Dora no certame (em 86 e 88) , esta canção foi a vencedora do Festival da Canção em 1987, tendo os intérpretes recebido o troféu das mãos de Carlos Pinto Coelho.
A evocação de temas tão portugueses como a saudade, a melancolia e as aventuras marítimas de outrora (este último que esteve presente na canção vencedora dois anos mais tarde, na vitória dos Da Vinci, com "Conquistador") foi insuficiente para obter uma boa classificação, já que Portugal ficou em 18º lugar entre 22 participantes, com 15 pontos atribuídos pela Espanha, Grécia e Alemanha. A canção "Hold me now", interpretada pelo irlandês Johny Logan, foi a vencedora.
Para além do mau resultado na Eurovisão de há 20 anos atrás - nada de particularmente mau, já que tem sido quase sempre a sina portuguesa - é de enaltecer o esquecimento a que esta canção foi votada pelo público português. Desconheço as razões para que tal tenha sucedido e por isso faz ainda mais sentido tirar a música do baú e apresentá-la aqui no blogue, assinalando os 20 anos da sua vitória na competição lusa das canções.
Restos de Camarão
http://restosdecamarao.wordpress.com/
Acontece-me amiúde procurar na Internet determinada receita culinária ou dica relevante e, depois de a encontrar, acabar por esquecer por que caminhos andei. Por isso, decidi criar um blogue destinado a ajudar-me a mim mesmo a encontrar esta ou aquela receita ou informação importante, baseando-me essencialmente no copy + paste do que encontrar noutras paragens. No entanto, é essencialmente um espaço pragmático e realista, pelo que não será ali que se encontrará a melhor forma de cozer lagosta, de assar leitões ou de confeccionar uma Perdiz à francesa.
O nome Restos de Camarão é praticamente a antítese do que seria expectável neste contexto, mas visto que não me desejo tornar um fazedor de opinião no ramo gastronómico nem torná-lo um site de referência na área (há já bastantes pela Net e bons), serve como uma interessante memória dos tempos em que a Sra. D. Filipa Vacondeus dava preciosos conselhos às mulheres portuguesas sobre a melhor forma de aproveitar os restos de marisco do jantar do dia anterior.
A actividade aqui no LdM permanecerá igual ao que tem sucedido até agora. O que, por si só, é uma notícia preocupante.
Acontece-me amiúde procurar na Internet determinada receita culinária ou dica relevante e, depois de a encontrar, acabar por esquecer por que caminhos andei. Por isso, decidi criar um blogue destinado a ajudar-me a mim mesmo a encontrar esta ou aquela receita ou informação importante, baseando-me essencialmente no copy + paste do que encontrar noutras paragens. No entanto, é essencialmente um espaço pragmático e realista, pelo que não será ali que se encontrará a melhor forma de cozer lagosta, de assar leitões ou de confeccionar uma Perdiz à francesa.
O nome Restos de Camarão é praticamente a antítese do que seria expectável neste contexto, mas visto que não me desejo tornar um fazedor de opinião no ramo gastronómico nem torná-lo um site de referência na área (há já bastantes pela Net e bons), serve como uma interessante memória dos tempos em que a Sra. D. Filipa Vacondeus dava preciosos conselhos às mulheres portuguesas sobre a melhor forma de aproveitar os restos de marisco do jantar do dia anterior.
A actividade aqui no LdM permanecerá igual ao que tem sucedido até agora. O que, por si só, é uma notícia preocupante.
Googladas
contestação da máfia nigeriana
prostitutas lisboa recta da amadora
bebidas que provocam o aborto
como participar na eurovisao junior 2009
convites holandeses
numeros de acidentes com marretas
cogumelo chines
usar com o que polo lacoste
bebidas que provocam o aborto
como participar na eurovisao junior 2009
convites holandeses
numeros de acidentes com marretas
cogumelo chines
usar com o que polo lacoste
A Lei da Eira
Se, de repente, estão no meio de uma interessante discussão, seja ela no plano real ou no plano virtual, não há nada como citar o disparate alheio como forma de impôr uma certa autoridade. Foi o que fez um utilizador de um fórum na Internet, que no âmbito de uma discussão sobre os mais diversos tipos de vinhos, opta por reproduzir algo que escrevi aqui no LdM, sobre... o Casal da Eira, sendo imediatamente advertido que tal vinho não deve sequer ser usado para culinária. Bem feito, ninguém o manda citar disparates.
O tópico em discussão é este.
O tópico em discussão é este.
Raúl Durão

Raúl Durão foi, durante muitos anos, uma das referências da nossa televisão, essencialmente enquanto apresentador, tendo inclusivamente criado um estilo próprio de gerir os tempos nos programas cuja apresentação tinha a seu cargo. O estilo peculiar de «encher chouriços» e de saber falar sobre os mais diversos assuntos seria certamente uma boa escola para muitos ditos apresentadores da televisão lusa. Dele se dizia - e lembro-me de ouvir isto de um amigo e colega de trabalho - que chegava ao ponto de ir diariamente para os programas quase na ignorância, tal era a sua confiança na capacidade de conduzir a emissão, independentemente do tema em causa. Dos seus programas, recordo também as rubricas do Vasco Brilhante sobre cinema ou do Paulo Dimas sobre jogos do Spectrum, figuras que surgiram na televisão portuguesa nos anos 80 e daí não passaram.
Com as mudanças que ocorreram na televisão nacional após a chegada das televisões privadas, certas figuras emblemáticas da televisão pública perderam o protagonismo e Raúl Durão foi uma delas. Quem hoje vê os programas da tarde, protagonizados por meninas com saliências peitorais reforçadas por silicone ou por versões mais fashion do personagem Nelo do Herman José, terá talvez mais por onde "lavar a vista", mas vai-se perdendo a oportunidade de ver gente com este dom natural de conduzir os mais diversos programas, seja sobre segurança rodoviária ou sobre rendas de bilros. Raul Durão era uma dessas figuras e hoje desapareceu. Que descanse em paz.
Os 60 anos da «pão de forma»
Tempos houve em que os veículos motorizados, apesar de não reunirem todas as novas tecnologias utilizadas hoje em dia nesta indústria, eram carros com uma certa, digamos, personalidade. Ou seja, eram carros que, embora nem sempre bonitos, eram facilmente distinguíveis uns dos outros. Não só porque não existiam tantas marcas como hoje, como aquela mariquice vinda de Espanha com modelos baseados em nomes de praias, mas porque havia ali traços característicos: as curvas do «carocha», o traço exclusivo do Golf GTI ou o Mini que fazia jus ao nome e dava uma panorâmica da estrada muito semelhante à de um carrinho de rodas.
A «pão de forma», vinda da sólida e robusta escola alemã de fazer carros, tal como os grandes ícones da indústria automóvel pré-década de 90, sempre fez o seu caminho. Independentemente das carrinhas que se lhe seguiram vindas de outros lados: é a carrinha por excelência e ainda hoje reúne fiéis seguidores um pouco por todo o mundo, sejam os surfistas que correm a Europa ou o apaixonado por carros antigos.
Alguém se lembra de alcunhas carinhosamente atribuídas a veículos lançados nos últimos 15 anos? Este simpático veículo pertence a uma estirpe que já não se encontra e remete para uma relação homem-carro que foi desaparecendo, que vem dos tempos em que se davam alcunhas aos carros, como o «carocha», o «boca de sapo», o «ora, bolas!» ou quando o exercício semiótico de atribuição de epítetos aos veículos ia buscar referências como o «carro d'Os Três Dukes». A indústria automóvel dos últimos 15 ou 20 anos obviamente que deu ganhos de velocidade e de maior segurança - embora, paradoxalmente, haja hoje mais acidentes nas estradas - mas é óbvio que se perdeu o carisma nos sensaborões e quase iguais carros que povoam as nossas estradas.
Recentemente, tive oportunidade de ver o trabalho final de um simpático reformado, que tem dedicado os últimos meses a reconstruir de raiz um exemplar deste fenómeno da indústria automóvel. O resultado final - uma carrinha que transparece alegria e um interior recheado com o que de melhor se encontra em roulotes - é algo que dá gosto, até para quem tem pouca afeição a tudo quanto seja motorizado, como é o meu caso. O dono desta Volkswagen Transporter ressalva apenas um senão: onde quer que leve a sua carrinha, é impossível passar despercebido, até mesmo nas concentrações onde se costuma deslocar, um pouco por todo o país. Percebe-se porquê.
Googladas
restaurantes indianos na zona de benfica
extreme makeover reconstrução total inscrições
como obter um título nobiliárquico
championship manager 2007 contratações baratas
aborto com vinho
porque as pessoas da LETÔNIA vierão para o BRASIL
sonhar batendo de carro no que devo apostar
trafulhices para ganhar o euromilhões
foto do maior grelo do mundo
extreme makeover reconstrução total inscrições
como obter um título nobiliárquico
championship manager 2007 contratações baratas
aborto com vinho
porque as pessoas da LETÔNIA vierão para o BRASIL
sonhar batendo de carro no que devo apostar
trafulhices para ganhar o euromilhões
foto do maior grelo do mundo
A comparação impõe-se

Tenho-me apercebido que a nossa campeã do triatlo Vanessa Fernandes - que, para não variar, hoje voltou a ganhar mais uma prova e está no bom caminho para se tornar num mito da modalidade - é um pouco alvo de chacota no universo masculino, devido aos seus atributos físicos ou, neste caso, à alegada falta deles. Reconhecendo o direito que cada um tem de fazer juízos de valor, julgo que seria mais justo se tal fosse feito com base numa certa igualdade de circunstâncias, isto é, se nos dermos igualmente ao trabalho de contabilizar quantas medalhas já foram ganhas pela Isabel Figueira ou a Bárbara Guimarães em provas de alta competição.
Nova playlist
Alterei a playlist que constava do lado direito para uma outra, fornecida pelo Finetunes. Assim, enquanto passeiam pelo LdM podem ouvir melodias de artistas como Strokes, Franz Ferdinand, Oasis ou Bloc Party.
20 minutos no casino
Hoje, como precisava de queimar um pouco de tempo e estava ali na zona da Expo, decidi dar um pulinho de 20 minutos ao Casino de Lisboa, coisa que (felizmente) tinha feito apenas por uma vez, há uma boa dezena de meses. Decidi que da minha carteira não sairiam mais do cinco euros e é certo que regressei de lá apenas com um, o que equivale a dizer que lá perdi quatro euros. Coisa pouca, é um facto, mas que serviu para eu soltar um «Bando de gatunos!» para dentro. Entretanto, enquanto passeava por entre as mesas de jogo onde muitas notas de 50 euros iam parar às mãos dos croupiers, ocorreu-me um episódio relatado por um amigo que, após um jantar com colegas de trabalho, viu um desses colegas perder uma "quinhentola" - leia-se 500 euros - num ápice naquele local. Pensei então que, perante muitos casos de desgraça que têm lugar em casinos, perder uma ou duas dezenas de euros parece uma brincadeira de crianças.
Pérolas que me chegam ao ouvido (4)
«O Mário Soares é um chulo e um pidófilo!»
Escusado será dizer que ouvi esta frase da boca de um exaltado especialista em Política, que circulava hoje num autocarro da Carris, espaço privilegiado de confronto de ideias. Notável a forma como se juntaram dois dos maiores males da nossa História mais recente num único adjectivo: a PIDE e a pedofilia. Eventualmente, poderia ter questionado o senhor sobre o que efectivamente o termo pidófilo quereria dizer, mas tal atitude seria pouco prudente, já que os impropérios poderiam imediatamente ser canalizados do Mário Soares à minha pessoa.
Escusado será dizer que ouvi esta frase da boca de um exaltado especialista em Política, que circulava hoje num autocarro da Carris, espaço privilegiado de confronto de ideias. Notável a forma como se juntaram dois dos maiores males da nossa História mais recente num único adjectivo: a PIDE e a pedofilia. Eventualmente, poderia ter questionado o senhor sobre o que efectivamente o termo pidófilo quereria dizer, mas tal atitude seria pouco prudente, já que os impropérios poderiam imediatamente ser canalizados do Mário Soares à minha pessoa.
Googladas
moldes de figuras musicais feita de e.v.a
colchon relax modelo praga
ausência da família invasão de propriedade férias
maiores feiras de contrafacção
HIPOTESE SOBRE VINHO
existe simpatias para provocar o aborto
"gonçalo gata" -bruno
van damme alcançou o sucesso na decada de 90
casa do benfica zurich
colchon relax modelo praga
ausência da família invasão de propriedade férias
maiores feiras de contrafacção
HIPOTESE SOBRE VINHO
existe simpatias para provocar o aborto
"gonçalo gata" -bruno
van damme alcançou o sucesso na decada de 90
casa do benfica zurich
O dissidente
Quando vejo um bando de góticos na rua, às vezes a minha primeira reacção é tentar perceber quem, no meio deles, é o sacana que ouve Quim Barreiros às escondidas.
Todos temos as nossas gaffes
Fernando Rocha personifica um pouco o sonho associado à televisão, o tal que é perseguido por todos quantos concorrem a castings para séries, a programas onde esteja à prova determinado talento ou a concursos em que não há necessidade de especiais méritos, como o Big Brother. Quem persegue o sonho de se tornar conhecido vê nestes programas uma janela de oportunidade e a verdade é que, além de Fernando Rocha, há por aí gente que se tornou conhecida e iniciou carreira à conta de cantar na televisão ou de aparecer num reality show.
Certo é que Fernando Rocha se tornou conhecido à conta do jeito para contar anedotas, depois de ter aparecido num programa televisivo criado para testar tão peculiar habilidade do povo português. A partir daí, foi subindo a pulso, recorrendo a uma certa expressividade e a um linguajar um pouco barrasca no segmento das anedotas ditas picantes. Ao ponto de ter hoje um concurso que tenta roubar audiências ao Preço Certo, onde os participantes passam a mão pelo pêlo de cobras e ratos.
No meio de todo este sonho português, há também espaço para situações que não constituem motivo de especial orgulho. Como atesta o vídeo no programa "Cantigas da rua", em que, perante um Miguel Ângelo que parecia vindo de qualquer outro local que não o Planeta Terra, presenteia todo o Portugal com uma imitação do "Estou na lua" envergando toda uma indumentária baseada num gosto duvidoso.
Googladas
tristezas dividas saraiva
filme Lei de Murf
tatuagem do Fabio Coentrao
fotos de acidentados na estrada do conde
sonhos macabros
aluguel de apartamento benfiquista
Super Grelo
o-zone musicais animados
como ganhar euromilhoes
filme Lei de Murf
tatuagem do Fabio Coentrao
fotos de acidentados na estrada do conde
sonhos macabros
aluguel de apartamento benfiquista
Super Grelo
o-zone musicais animados
como ganhar euromilhoes



