Coisas do marketing: os piores medos à hora dos anúncios Mediátis


Tenho alguma simpatia por uma certa gama de filmes de terror, sobretudo aques idiotas com muita violência parva e desnecessária, como aqueles filmes feitos pelo Peter Jackson antes de se ter dedicado ao "Senhor dos Anéis". Durante a altura em que a SIC Radical presenteava os telespectadores com filmes recambiados de uma qualquer sessão do Fantasporto (a chamada rubrica "A hora das Malditos"), pude ver películas de grande nível como "O preservativo assassino", "Cuidado com as avozinhas" ou dois ou três filmes do Zé do Caixão, terror feito no Brasil.

No entanto, apesar de ter visto coisas que ultrapassavam a imaginação de um vulgar cidadão, nunca consegui imaginar na minha cabeça algo tão escabroso como os anúncios da Mediátis, com um bebé com a cara do Fernando Mendes. Gajos a comerem miolos da cabeça uns dos outros ainda passa, agora um bebé com a cara do Fernando Mendes não lembra ao diabo.

Estudos académicos

Numa cadeira da faculdade, quando confrontado com a obrigatoriedade de fazer um trabalho de investigação sobre um qualquer assunto na área dos Media, escolhi realizar essa investigação sobre as páginas de Internet alusivas ao Big Brother, mais propriamente no impacto e na visão que essas mesmas páginas tinham do fenómeno. A determinada altura do dito trabalho tive a ideia de que poderia ter escolhido um tema um pouco menos "brega", para enveredar para qualquer coisa com mais interesse. No entanto, talvez a escolha não foi assim tão má, já que hoje fiquei a saber que a docente da dita cadeira fez uma tese de mestrado dedicada às telenovelas.

Da rede para a sub-rede

Ontem, deixei de ser cliente TMN, que já usava desde 1999, para passar a ser cliente da respectiva "sub-rede", a Uzo. Fartei-me de pagar balúrdios por chamadas, dessa coisa pseudo-amiga dos clientes chamada tarifários (que, no fundo, são formas diferentes de se ir buscar mais ou menos o mesmo dinheiro, o que se paga a menos nas chamadas para a mesma rede paga-se a mais para outras) e de pagar por serviços que nem sequer utilizava. Para quem me telefona nada vai mudar, até porque mantenho o mesmo número, para o meu bolso será uma solução bem mais simpática.

O estranho mundo do Metro

A actualidade de hoje ficou marcada pela notícia de que houve erros de gestão no Metro do Porto. Supostamente, o Estado deveria ter tido uma presença mais marcante nesta empresa, que por sinal é do Estado e foi criada e é mantida com o dinheiro de todos nós, ao contrário de a ter deixado à mercê da Administração. O resultado é revelado num prejuízo avultado e que levará muitos anos a ser pago pelo erário público.

O relatório do Tribunal de Contas chama especialmente a atenção para os gastos com cartões de crédito de Narciso Miranda e Valentim Loureiro. Não especificou valores, mas para ter chamado a atenção é porque o dinheiro não foi gasto em iogurtes no LIDL. Narciso Miranda começou por se defender dizendo que não andou a gastar dinheiro da empresa em gravatas e fatos. Valentim Loureiro nem se pôs com explicações e limitou-se a dizer que, se auferia um elevado salário e tinha direito a cartão de crédito, era porque a lei assim o permitia.

É nestas coisas que se revela o pior do que é a gestão da coisa pública e esse grande lamaçal de legalidade que se dá pelo nome de empresas municipais (o Metro do Porto é uma espécie de empresa municipal, mas de dimensão um pouco superior, já que contempla mais do que um município do Grande Porto). Quando os visados dizem que nada há de errado em um presidente da Metro do Porto receber mais do que um autarca, apesar de se limitarem a ir a duas reuniões por mês, têm razão do ponto de vista da legalidade, mas soa a aldrabice do ponto de vista do cidadão. Quando os autarcas podem saltitar entre os cargos que ocupam nas câmaras e as empresas municipais, pouco há a obstar, mas dá a ideia de que querem é agarrar-se a um qualquer cargo público. E é à conta destes episódios que o comum cidadão lá vai alimentando a ideia de que os "políticos querem é meter dinheiro ao bolso".

A morte é sempre uma coisa difícil de explicar

A minha convivência com uma das vítimas do acidente (André Romeiras, na foto) com uma avioneta no Chile foi fugaz e resumiu-se a uma ou duas noites de copos. Não deixo, ainda assim, de ficar perplexo com o que aconteceu. A sua morte, bem como das restantes sete pessoas que tiveram igualmente um trágico destino, tem o estranho poder de demonstrar quão ténue é a linha que separa a vida da morte, sobretudo em circunstâncias em que o factor humano é ínfimo e é a falha da máquina que dita o destino. Sei que há pessoas que lêm este blogue que estão a sofrer com a sua perda, bem como de mais um colega de trabalho. Para eles vai também o meu abraço. Até sempre, André!

Espaço Revista Caras - Bicharada do Bairro Alto

No espaço de 5 minutos, ontem em pleno Bairro Alto, cruzo-me com Pete Doherty, vocalista de um grupo inglês que agora não me lembro do nome e namorado da modelo Kate Moss e que tem andado por cá a fazer uma cura de desintoxicação de drogas, e com uma das figuras do universo SIC a cambalear e a ir contra carros (e tentar abrir a respectiva porta) sem conseguir pronunciar uma palavra que fosse.

Passar literalmente ao lado de uma boa maquia

Ontem, ao ver a chave do Euromilhões, só não dei com cabeçadas na parede porque me encontrava num sítio onde estas eram de vidro e não queria ter chatices nem um dói-dói na cabeça. Uma das chaves com que jogamos (faço uma sociedade com mais seis colegas) teve o condão de passar literalmente ao lado daquela que saiu, qualquer coisa como: saiu o 5 e a dita chave tinha o 4, saiu o 8 e a tal chave tinha o 9 e por aí adiante. O erro máximo foi de dois números, relativamente ao número 25. O mesmo se aplica a uma das estrelas. A minha reacção oscilava entre apertar o gasganete a quem teve a autoria da chave e a convicção de que o resultado desta semana é um sinal divino de que a minha conta bancária, mais dia menos dia, terá um significativo reforço.

Os grandes grupos

Tinha andado a esquivar-me à versão Beta aqui do Blogger, talvez por um certo vício intrínseco de alguma aversão às novidades, quando hoje me deparo com a obrigatoriedade de passar a usar a versão Beta. Deparo-me com umas pequenas novidades em termos de apresentação e funcionamento e a grande novidade de associar a conta do Blogger a uma conta de e-mail com GMail.

Isto acontece porque o Google deve ter decidido comprar o Blogger (não tenho a certeza, mas suponho que sim), tal como sucedeu recentemente com o You Tube. E, depois de todos estes negócios em que a rapaziada do Google se decidiu meter, começo a achar que o negócio da Internet não foge do que se passa um pouco como qualquer grande negócio. Ou seja, a coisa começa a ser controlada por cada vez menos empresas e que projecto inovador acaba sempre por ir parar às mãos dos grandes grupos. Cada vez mais se formam dois grandes blocos: Google e Microsoft. Mas, ao menos, não nos podemos queixar de falsa concorrência e cartelização entre estas duas empresas.

O que seria deste blogue sem as célebres googladas (actualização)

restaurante chines poça encerramento

Ordenado de Luciana Abreu

dano estético; caso de artista de TV

o revestimento dos golfinhos

LEGISLAÇÃO CADEIRAS PARA CRIANÇAS ATÉ 12 PARA AUTOCARROS DOS CLUBES

futura chave do euromilhoes

mesa de jantar romântico fotos

"Guilty pleasures": "Porque não tem talo o nabo"


Ao início, achei esta música mais um daqueles trocadilhos brejeiros ao velho estilo de Quim Barreiros, de quem, apesar de tudo, não sou grande apreciador. Para quem não sabe, Leonel Nunes é um artista que se pode inserir no mesmo estilo do Quim Barreiros, mas numa vertente mais alternativa (como é dito no Portal Pimba).

Bom, isto para dizer que, ao início, não prestei grande importância à música, mas bastou-me fazer o respectivo download há três dias atrás e ouvi-la mais duas ou três vezes para que o raio da música se colasse ao ouvido, especialmente a parte do refrão, em que se fala de nabos e talos e grelos e outras verduras (o respectivo código html foi retirado do blogue Os Verdes Anos).


Porque não tem talo o nabo


E, para os apreciadores de poesia popular, aqui vai o maldito refrão:

E porque a couve tem talo
E o bacalhau tem rabo
Se o feijão verde tem fio
Porque não tem talo o nabo?

Se a banana tem cacho
Toda a uva tem que tê-lo
Já pensei muitas vezes

Porque não tem talo o grelo?

Admito que tentei esquecer esta música, tentando alimentar a alma com umas músicas de Diana Krall e Jane Monheit, umas coisas com uns pianos, saxofones e vozes bonitas, mas só me vêm à cabeça a porcaria das hortaliças e os respectivos trocadilhos. Agora, só me resta esperar que passe.

Eurovisão júnior

Passava, há bocado, os olhos pela televisão quando me deparo com o anúncio da realização de um festival da Eurovisão júnior. Será que, na sequência da vitória dos Lordi na Eurovisão para séniores, teremos uns miúdos finlandeses a actuar vestidos de monstros?

A metáfora da visita ao LdM

Pelas estatísticas a que tenho acesso pelo Bravenet, tem-se registado uma grande afluência de visitantes que fazem pesquisas no Google, na sua maioria um pouco parvas como eu tenho aqui registado, e vêm cá parar para depois não voltar.

No fundo, é um pouco como aquelas pessoas que estão num centro comercial, vêm um artigo a que acham graça e entram para perguntar o preço. A maior parte das vezes não compram o artigo e vão descansadinhas à sua vida. Provavelmente, no dia seguinte já nem se lembram do artigo que viram e ao qual acharam graça.

Muda o tempo, mantêm-se as vontades

Em muitos dias de calor que agora acabaram, enverguei orgulhosamente pólos Lacoste comprados na feira. Com a chegada do tempo fresco, substituto os pólos Lacoste por camisolas Burberry's igualmente de proveniência duvidosa. É a chamada evolução na continuidade.

Fazer pouco do rival



Da primeira vez que vi este vídeo, eu próprio fiquei assustado com as figuras do miúdo, mas bastaram umas legendas alusivas ao jogo Football Manager e ao Sporting para tornar este vídeo bem mais divertido. Por norma, não costumo dedicar posts aos rivais futebolísticos mas este vídeo bem que justifica a excepção.

Coisas do marketing - o essencial da campanha do BPI


Mais uma campanha de bancos invade os meios de comunicação social e as ruas deste país, com as promessas de spreads, isenções de pagamento, felicidade eterna e quejandos. Esta campanha do BPI não traz nada de novo para além das aldrabices do costume neste sector.

Dou, no entanto, uma ajuda para que o visitante se concentre na única coisa de jeito nesta campanha, que é, nem mais nem menos, a Helena Coelho. Para tal, eliminei e até fiz pouco daquilo que não interessava no anúncio, fazendo aquilo que os responsáveis do anúncio deveriam ter feito.

Nova Lista que Toca

Mudanças na playlist da barra lateral da direita, com misturas de músicas maioritariamente conhecidas. Todas estas misturas são levadas à letra e remetem para a sobreposição de duas músicas. Chamo a atenção para a música de Coldplay vs Kraftwerk e a de Green Day vs Oasis.





















Fim do mito

A recente razia no acesso à Internet que ocorreu no meu local de trabalho, e que eu relatei há uns dias atrás, constitui o fim de um dos mitos sobre gestão empresarial que povoavam a minha cabeça. É que eu pensava que os cortes no acesso à Internet era uma prática exclusiva das boas empresas...

Apagar o passado de Luciana Abreu

Enquanto português, fico um pouco chateado com este estatuto de heroína nacional conseguido por Luciana Abreu. Ok, sei que a heroína em causa é a Floribella, mas acredito que já haja uma simbiose tão grande entre ambas que começa a ser difícil destrinçar uma da outra. E fico chateado porquê? Porque me parece haver uma tentativa de apagar um certo passado recente de Luciana Abreu pouco abonatório em seu favor e aqui refiro-me ao enxovalho que nos fez passar quando concorreu ao Festival Eurovisão da Canção, há uns anos atrás, e nem à final do dito concurso conseguiu levar a sua canção...

Envergonhar um país no Festival da Eurovisão é algo que deveria obrigar qualquer um a não sair de casa durante 10 anos. É algo comparável a envergar a camisola das quinas e levar uma cabazada de São Marino. Portanto, nestas coisas, nada como aprender com quem já passou por situações idênticas de deixar uma nação de rastos nos concursos europeus de cantigas. Falo, por exemplo, nos nomes de Tó Cruz e Célia Lawson. Lembram-se deles? Certamente que não, também eles não estiveram propriamente felizes na dita competição e nunca mais ninguém ouviu falar deles.

A solução para o "binge drinking"

Especialistas e responsáveis dizem-se preocupados com o fenómeno do "binge drinking", que, para quem não sabe, trata-se do consumo excessivo de álcool, recorrendo essencialmente a shot's e a bebidas brancas para ficar bêbedo rapidamente. A preocupação é maior porque atinge os adolescentes numa fase cada vez mais precoce. Os proprietários de bares assobiam para o ar quando se trata de respeitar a legislação sobre venda de álcool a menores de 16 anos e os empresários de bebidas querem criar um código de conduta, mas é certo que ganham e bem com esta situação.

Por mim, acho que esta situação deveria ser tratada da mesma forma que os outros fenómenos juvenis preocupantes, como foram no passado o cabelo à "f...-se", o body board ou as calças à boca de sino. Ou seja, acho que deveriam esperar que a moda passasse e pronto. Isso ou mostrar imagens de actuações do Jorge Palma até há meia dúzia de anos, com o efeito pedagógico do género "Põe-te a pau, que ainda acabas assim!".

Googladas que vieram cá dar - actualização

NOME FILHA DE ANTONIO OLIVEIRA SALAZAR

antónio lobo antunes benfiquista

trabalhar de tarde sabado lei serviço publico

rtp grande entrevista soares pinto judite sousa

eliminações dos morangos

figuras importantes do sec xx

A febre de eleger alguém também chegou aos jornais desportivos

Depois da iniciativa de eleger o melhor português (RTP) e também o pior (SIC Noticias-Eixo do Mal e Inimigo Público), eis que me deparo com mais uma iniciativa para eleger o maior desportista de sempre, por parte do jornal Record.

Para aceder à votação : http://www.record.pt/rec/votacao.asp

Tentei fazer uma escolha o mais eclética possível, com um nome por modalidade, com nomes como Eusébio, Carlos Lisboa, Rosa Mota, Joaquim Agostinho e Carlos Sousa. É possível escolher um total de 10 desportistas.

Gente com dinheiro?

Quando alguém me diz que, na zona onde moro, há bastante gente com dinheiro, riposto com as elevadas afluências a que assisto aos minipreços e LIDLs da zona, para além das compras que vejo muita gente a fazer. Certamente que ninguém compra feijoada enlatada da marca Dia ou leite do LIDL por ser a melhor opção.

Já não via uma destas...

Uma história exemplificativa no dia da greve da Função Pública

A história é longa, mas exemplificativa, sobretudo no dia de hoje: há mais de um mês liguei para uma unidade de saúde pública especializada em Oftalmologia, para saber apenas o que era necessário para começar a ter consultas e ser acompanhado regularmente nessa unidade. Disseram-me para ligar para um de três números de telefone, destinados a esse fim. Esses três números, destinados ao apoio aos utentes, funcionam durante duas horas por dia. Diariamente, tentei de forma premente esses números, mas o máximo que consegui foi ouvir o som de número impedido.

Fui à procura de informações na Internet. A instituição em causa não tem página própria, o que não facilita a procura, mas consegui aceder às informações que procurava numa página mais genérica sobre serviços de saúde, no entanto, tive uma pequena dúvida sobre um dos documentos exigidos. Enviei um e-mail , pedindo um esclarecimento adicional face ao que estava publicado na página.

Esse e-mail foi enviado para o contacto que constava nessa página. Três dias depois, era remetido para outras três funcionárias. Duas semanas depois, recebo a resposta por parte de uma dessas três funcionárias, com a informação adicional sobre o que era necessário. Nem sequer houve alguma sensatez para retirar os dados relativos ao forward de uns endereços para outros.

Uma informação tão básica como os elementos para a marcação de uma consulta demorou-me mais de um mês a ser conseguida, devido ao funcionamento pouco amigo do utente por parte da dita instituição, mas que não é incomum encontrar-se em tantos serviços do Estado por esse país.

Hoje e amanhã, os funcionários que andaram a passar este simples assunto para as mãos uns dos outros, gente que deverá ter menos formação académica do que eu mas que aufere certamente um ordenado superior ao meu e que tem a certeza de ter o seu emprego até ao dia em que se reformar, estarão certamente em greve, criticando o Governo pelas políticas tomadas para a Função Pública. E os responsáveis pelo funcionamento da dita instituição continuarão a receber os seus bons ordenados e ajudas de custo...

Coisas do marketing


A associação da marca Scottex a um cão com ar fofo até pode ter alguma eficácia do ponto de vista comercial e é já uma imagem de marca, mas, para mim, remete sempre para uma de duas ideias: que qualquer pessoa que anda a passear estes animais pela rua deveria andar com um rolo de Scottex atrás, para bem das solas dos sapatos dos restantes cidadãos, e que a imagem de um animal numa embalagem de papel higiénico é uma metáfora do lado animalesco de qualquer pessoa enquanto está sentada numa sanita.

O pequenino contributo para uma grande votação (2)



Num post de há uns dias atrás, havia referido que a minha proposta do nome de Ricardo Espírito Santo para os Piores Portugueses havia sido aceite. Como o prometido é devido, aqui vai o respectivo vídeo.

Actualização de googladas que vieram cá dar

discoteca planeta da noite na covilha

Gonçalo dos Morangos

matança de baleias. vídeo

musica desenho simpsons cantada alemão

Onda choc espectáculos

que podemos por através da lei em restaurante

O pequenino contributo para uma grande votação

Vem isto a propósito de uma iniciativa recente :"Os piores portugueses" , que é uma iniciativa promovida pelo Inimigo Público e o programa da SIC Notícias "O eixo do mal", que se destina a eleger o pior português de sempre. Pretende-se escolher quem é o pior português de sempre, seja do ponto de vista da responsabilidade política (D. Sebastião, Salazar, Santana Lopes, António Guterres...), ou pelo facto de encarnar as piores características dos portugueses (Valentim Loureiro, Zé Maria do Big Brother, João Vieira Pinto...).

Neste momento, decorre a recolha de nomes passíveis de poderem ser considerados o pior português de sempre. Decidi dar um contributo para a votação com o nome de Ricardo Espírito Santo Salgado, presidente do BES, pelo facto de encabeçar a instituição bancária que mais tiros dá no pé. E o nome foi aceite, tendo a proposta sido publicada no blogue. O e-mail foi enviado antes das recentes notícias sobre investigações em Espanha, que só reforçam a minha posição. A proposta foi lida em pleno programa, se me fôr possível colocarei a respectiva gravação aqui no blogue.

E assim versa a minha proposta:

Gonçalo Gonçalves
A minha sugestão para o pior português vai para Ricardo Espírito Santo Salgado, presidente do Banco Espírito Santo. Em causa não está tanto a personalidade em sim, mas antes o facto de liderar a instituição que consegue dar mais tiros no pé no contexto da banca nacional. Isto porque: 1- escolheu para dar a cara pela instituição o jogador Cristiano Ronaldo, o futebolista português com ar mais rufia e suburbano; 2- lançou uma grande iniciativa, que proporcionava dar neve artificial ao fim da tarde aos lisboetas, umas semanas antes de nevar em Lisboa; 3- o nome do BES esteve envolvido no negócio dos sobreiros, no caso Mensalão e foi através de uma sucursal do BES que Augusto Pinochet conseguiu ter dinheiro numa instituição bancária nacional. Para além disso, foi o primeiro banco ao qual foi descoberto um esquema de "empresas fantasma", que era subcontratadas pelo próprio banco.

Tempo quentinho

Estamos em Novembro e ainda há quem ande na rua de manga curta, devido ao calor anormal para a época. Já estamos assim com temperaturas acima de 20º desde Abril ou Maio. Perante esta evolução no tempo, conto sair na noite de Ano Novo com uma sweat-shirt vestida, não vá fazer uma brisazinha nocturna.

Os papéis maiores

Há actores que interpretaram, ao longo da carreira, papéis de tal modo marcantes que acabam por originar uma confusão sobre onde acaba o actor e personagem. No nosso inconsciente, ao olhar para esses actores vem-nos imediatamente à cabeça a personagem de dado filme. São papéis de uma grande grandeza: aconteceu com Humphrey Bogart em "Casablanca", com Robert de Niro em "Taxi Driver" e com Luciana Abreu na "Floribella".