Os grandes vídeos das eleições brasileiras

Não deixa de ser um pouco redutor falar nas eleições brasileiras, que amanhã se realizam, baseando-nos apenas na eficácia das medidas contra a fome do presidente Lula. Digo isto porque me parece haver uma grande oferta e originalidade em termos de propostas por parte dos candidatos a deputados estaduais, como atestam alguns vídeos:


Porrada neles!


Concordo. A experiência é uma qualidade muito importante.


É assim mesmo: coragem e determinação


Nem o Pai Natal Escapa.


Não é ladrão nem mentiroso.

Viajar no tempo

Quando se pergunta ao comum cidadão qual seria a escolha que faria se pudesse viajar no tempo, as respostas vão para possibilidades tão díspares como ir até à Idade Média, a Pré-História, o mundo daqui a 200 anos ou o Império Romano. Enfim, são escolhas. Eu sou bastante mais modesto: se neste momento pudesse realizar uma viagem no tempo, bastaria-me viajar umas quatro ou cinco horas para poder saber a chave do Euromilhões desta semana.

Mudanças no sector das comunicações

Com a autorização da Autoridade da Concorrência à OPA da Sonae sobre a PT, fica a certeza de que o sector das comunicações irá sofrer grandes mudanças. Muito do que hoje conhecemos como propriedade de um grupo e de outro ficará junto, por exemplo a TMN e a Optimus irão juntar-se. No entanto, haverá uma separação do que é hoje o negócio do telefone e da TV Cabo, sendo que um deles deixará de ser propriedade desse gigante que vai nascer. Outras áreas de actividade ficarão de fora, estando outras empresas à espreita do que sobrar deste negócio.

Certas áreas da actividade no sector das comunicações parecem envoltas em monopólios meios disfarçados ou em pseudo-concorrência, como acontece com uma certa concertação de preços nos telemóveis ou no abuso de posição dominante da TV Cabo. Para os consumidores, espera-se que este negócio signifique uma efectiva concorrência, com preços mais competitivos, esperando-se que possam surgir novos operadores no mercado, como parece que pode acontecer nos telemóveis.

Seja como fôr, o sector das comunicações em Portugal será certamente diferente no futuro. E diferente para melhor, espera-se.

Trilogia de cinema

Você é Regresso Ao Futuro: A sua vida é uma confusão que até você tem dificuldade em compreender. Raramente sabe a quantas anda, mas é dotado por um espírito de desenrasque notável

Guilty pleasures: "I love to love"

Os artistas humildes

Conheço muita gente que diz gostar de Pearl Jam pelo facto de eles serem uns tipos humildes e a quem a fama não subiu à cabeça. Respeito o argumento, mas não acho que seja muito válido. Ou, sendo válido, recomendaria a toda a gente ouvir aquela rapaziada que toca flauta pan e vive nos Andes ou, vá lá, que toque na Rua Augusta. Esses é que são uns músicos mesmo humildes.

Pensem num grupo com grande dimensão e com reconhecido mérito no mundo da música. Será que devemos ter em conta se os músicas são uns tipos arrogantes ou humildes? Uma coisa é nós sermos humildes e pedirmos isso aos que nos são próximos e até aí tudo bem, mas será que um grande artista tem que andar quase a pedir desculpa por ser um génio? No caso dos Pearl Jam, toda a gente sabe que eles são bons (embora não goste especialmente da música deles, reconheço que têm valor), interessa se eles se armam ou não em vedetas quando ouvimos os discos deles?

Reconheço, no entanto, que sou suspeito para falar no assunto, até porque algumas das minhas referências em termos artísticos não são propriamente exemplos de humildade. Musicalmente falando, vêm-me logo à ideia os irmãos Gallagher dos Oasis, que são um dos baluartes das vedetas mal-comportadas e da arrogância no mundo da música, ou, em termos literários, aponto nomes como José Saramago ou Lobo Antunes, cuja principal característica não será forçosamente a humildade. Mas o que interessa é que os discos são bons e dos livros não tenho razão de queixa, pois o fundamental é o que cada um produz e o resto são conversas de café.

Mais algumas googladas recentes que vieram cá dar

Hi5 das personagens dos morangos com açúcar

Como abrir o programa do dízimo

como instalar antena parabolica se o sinal esta praticamente oposto

Lei incêndio hospital

Roulotes nos jogos de Lisboa

Serviços incompatíveis com problemas de coluna

Músicas da semana: anúncios televisivos

Para esta semana, em vez de um artista ou grupo, escolhi músicas de anúncios televisivos, alguns ainda passam nos blocos publicitários e outros passaram nos tempos mais recentes.




    Ariel - US3 feat. Rashaan "Cantaloop (flip Fantasia)



    Dan'up - Reef "Place your hands"



    Vodafone - Bloc Party "Banquet"



    Lacoste Essencial - Feist "Mushaboom"



    Mercedes Classe A - Christina Aguilera "Hello".


Onde páram as "matildes"?

A mais recente série dos Morangos com Açúcar está a ficar abaixo das expectativas, porque dá a ideia de que a coisa está entregue a uma bando de malfeitores e gente mal formada, como o gajo que é presidente da Associação de Estudantes que dá porrada num outro que se meteu com a irmã, cujo pai é um machista de primeira linha que não deixa as filhas saírem de casa e não faz nada em casa. Os outros putos pouco mais fazem do que conspirar uns contra os outros e a arranjar problemas.

Fazem falta personagens mais positivas, como a Matilde da última série, pessoa idónea e responsável apesar de ser vítima das maiores canalhices e injustiças e cujo principal defeito era dizer mal palavras com a letra S. Excepção seja feita a um que anda lá de cadeira de rodas, o que pode ajudar a desmistificar algumas ideias sobre quem carrega tal cruz.

Levar o "bicho" a passear

Eram umas 3 da manhã, quando passei ontem pela zona do Saldanha, e me deparei com o seguinte espectáculo: dois moços e uma moça pertencentos à tribo urbana dos góticos caminham pela rua, e um dos rapazes traz uma coleira ao pescoço, que é puxada pela rapariga. A imagem remete para o banal cidadão que vem à rua passear o bicho, mas desta vez o "bicho" só precisa de ter duas patas no chão para poder andar. Ainda assim, por mais bizarra que a situação possa parecer, não deixa de ser bem menos prejudicial para a comunidade, por haver menos hipóteses de o passeio ficar conspurcado com "presentes", comparativamente ao que sucede com os cães.

Dia sem carros

Hoje, assinala-se o dia internacional sem carros. Em Lisboa, acredito que pouco se dê pela efeméride. Há uns anos, quando o João Soares ainda era presidente, a data era assinalada em grande estilo, com o fecho de boa parte da cidade ao transporte individual. Por entre declarações de intenções dos governantes e autarcas sobre o tema da mobilidade fica sempre a ideia de que, enquanto não forem tomadas medidas menos simbólicas e mais eficazes (como o reforço da rede de autocarros com menos tempo de espera para os utentes, mais vias rodoviárias exclusivamente para transportes públicos, parques de estacionamento gratuitos à porta da cidade ou melhores transportes públicos para quem vive nos arredores) o dia sem carros não irá passar de uma simples figura de estilo.

A pedinchice

Hoje, umas centenas de empresários juntaram-se para mais uma reunião do Compromisso Portugal. Para quem não conhece, o Compromisso Portugal é um grupo de empresários ou altos quadros de empresas que se propõe apresentar soluções para melhorar o país.

Há dois anos, juntaram-se para mostrar a preocupação com a saída dos centros de decisão de Portugal, apesar de muitos desses empresários serem os representantes de interesses estrangeiros em Portugal, nomeadamente de empresas que antes eram portuguesas e passaram para mãos estrangeiras, casos da Telecel/Vodafone, a Somague ou o Banco Santander.

Do encontro de hoje, saíram 15 propostas para a modernização do Estado, que passam pelo despedimento de 200 mil funcionários públicos e o sistema de capitalização na Segurança Social. Ou seja, as propostas de todos estes empresários, em vez de passarem por se tentar uma conjugação de esforços entre empresários para ultrapassar os problemas de que o país padece, acabam por ser bastante parecidas com as de um sindicato ou associação de estudantes, pedinchando ao Estado por medidas, preferencialmente que possam ser boas para os interesses das empresas que representam.

Em suma, estes senhores são todos muito liberais e defensores da economia de mercado, mas quando se trata de fazer alguma coisa, é à porta do Estado que acabam por ir bater.

O grande pagode dos vídeos de karaoke #1

Nos últimos dias, tenho aproveitado para reorganizar os meus ficheiros de karaoke e voltei a pegar num vídeo que me parece especialmente fascinante: o "Yellow submarine", dos Beatles, que é interpretado por uns tipos parecidos com os originais.



Este vídeo consegue, no entanto, ser um dos mais conseguidos dentro desse sub-mundo da imagem que são os vídeos do karaoke. Depois de um tempo em que os vídeos não passavam de umas letras a mudar de côr perante um fundo azul ao som da música (a chamada tecnologia CD+G), o avanço revelou-se em vídeos que, muitas vezes repetidos, conseguem a proeza de nada terem a ver com a música em causa. Recordo-me de um bastante recorrente, apenas com imagens de Veneza, que tanto servem para o Frank Sinatra, para o "Time of my life" ou para a música da banda sonora do Karaté Kid.

Pegando novamente nos ficheiros que tenho estado a organizar, tenho recordado coisas fascinantes, como o "Because I got high" com imagens de uma universidade vazia ou o "New York, New York" tendo como pano de fundo um tipo a passear numa qualquer estância balnear espanhola em pleno verão. Quanto a Portugal, aplica-se aquela velha máxima de que estamos sempre atrás do que se faz lá fora, já que nunca vi nenhuma música portuguesa em que a imagem não fosse um pôr do sol, independentemente de a música em causa ser o "Recordar é Viver", a "Ternura dos 40" ou um êxito dos Delfins.

A Lei de Murphy revela-se em grande estilo nestes vídeos, já que se constata que, do ponto de vista estético, seria difícil fazer pior.

Tráfico de droga no Bairro Alto?

Considero um pouco alarmistas aquelas afirmações que sempre ouvi, que dão conta de haver grande tráfico de estupefacientes no Bairro Alto, sobretudo de haxixe. Sejamos realistas: não há razão para considerar o BA como uma zona de referência no tráfico de haxixe, por não haver existir lei que proíba o tráfico de louro prensado.

Mais dois links para o LdM

Nos blogues Ocasionalidades (obrigado, Vasco) e Lóbi do Chá.

Músicas da semana: Placebo

Para esta semana, as músicas são dos Placebo, uma das bandas para a rapaziada pertencente à tribo dos urbano-depressivos. Hoje, acho que me sinto como pertencente a esta estirpe, por estar com uma grande moca de sono, por ter vindo a trabalhar bem mais cedo do que é costume (normalmente, por estas horas, costumo ainda estar a sonhar com cenários de guerra ou com animais que me perseguem). Para além disso, já me desloquei de um ponto de Lisboa para outro. Está completo o ramalhete.






    Taste in men



    Every you every me



    Special needs



    Bitter end



    Song to say goodbye

Assumir ou não os guilty pleasures

As pessoas deveriam ser divididas em dois grandes grupos: as que admitem abertamente os seus guilty pleasures e aquelas que se refugiam num lacónico "Eu cá não ligo a isso". Para quem não sabe, os guilty pleasures são aqueles pequenos gostos da nossa vida, que socialmente não fica muito bem admitir, mas com os quais somos obrigados a viver. Trocando por miúdos, estes prazeres traduzem-se em coisas como qualquer pessoa gostar de ouvir ABBA, música pimba, êxitos musicais manhosos de Verão, brega brasileiro, telenovelas, filmes lamechas ou programas infantis.

Pegando no caso dos programas infantis, eu, que até há três semanas, achava que era dos poucos adultos a saber da existência do já mítico "As pistas da Blue", comecei a reparar que pessoas insuspeitas com quem lido no dia-a-dia gostavam do programa e até conheciam algumas das frases emblemáticas do apresentador Duarte. A título de exemplo, ainda ontem à noite, fui confrontado com a afirmação de um amigo que já está na casa dos 30 e que, por entre umas imperiais e uns pôrros, admitiu que gostava de ver esse programa e elogiava a performance do apresentador.

Quanto à divisão de pessoas que eu faço sobre a assunção ou não dos guilty pleasures, julgo que me incluo facilmente no grupo dos que reconhecem que lhes foge com alguma facilidade o pé para o chinelo. Falo de coisas como ABBA, êxitos de qualidade duvidosa dos anos 80, algum brega brasileiro ou alguma música popular alternativa (como a que é divulgada no Portal Pimba). E acredito que a maioria das pessoas que me rodeiam também agem assim. Afinal de contas, poucas coisas há que aproximem mais as pessoas do que assumir estes pequenos prazeres.

Falhas na Internet

Ultimamente, têm sido frequentes os dias em que chego a casa e, pura e simplesmente, não tenho net. E, às vezes, nem ligando e desligando o router a coisa lá vai. Parece que até a Internet tem direito ao seu descanso.


Há coisas fantásticas, não há?

"Loose change"

Estive, até há pouco, a ver na :2 o famoso documentário "Loose Change" (em português "11 de Setembro: conspiração interna"), que sustenta que os atentados do 11 de Setembro terão sido engendrados pelos próprios Estados Unidos, envolvendo serviços secretos, Governo e empresas com ligações a elementos do Governo.

Ainda que essa tese possa parecer, à primeira vista, absurda, são dados a conhecer bastantes factos, que, no mínimo, merecem ser ponderados. Citarei apenas aqueles que me pareceram mais relevantes.

Em primeiro lugar, as movimentações bolsistas em torno das acções da American Airlines (companhia cujos aviões embateram nas Torres Gémeas), com a venda de título e antecipando a respectiva descida (a chamada negociação de Futuros), tendo, nos dois ou três dias anteriores aos atentados, chegado a verificar-se 11 vezes mais negociações por dia do que a média. Para além disso, o World Trade Center havia sido comprado poucos meses antes por um milionário, englobando uma generosa compensação das seguradoras em caso de acidente, mesmo que provocados por ataques terroristas.

Relativamente ao ataque ao Pentágono, é refutada a ideia de que tenha sido um avião comercial a causar a explosão, ao contrário do que foi dito, falando-se num avião bastante mais pequeno ou até num míssil. As fotografias do desastre são demasiado óbvias, já que o dito avião causou apenas um buraco de cinco metros de diâmetro, o que seria impossível de conseguir se fosse realmente um Boeing a alta velocidade a embater contra o edifício. As câmaras de vigilância de um hotel da zona filmaram todo o acidente, mas o FBI confiscou as cassetes, para além de que as testemunhas inquiridas dizem não ter visto qualquer avião comercial a embater no edifício.

Sobre os ataques às Torres Gémeas, a grande questão levantada é essencialmente técnica, já que há pareceres de especialistas que dão conta de que as estruturas dos edifícios estariam preparadas para aguentar o incêndio decorrente do embate dos aviões ou que, mesmo não aguentando esse incêndio, esses edifícios nunca cairíam ao fim de tão pouco tempo. Há um argumento de peso que questiona por que motivo a segunda torre a ser atingida foi a primeira a desmoronar-se, apesar de o embate na outra torre ter sido mais forte.

A tese apontada é a de que os edifícios já haviam sido preparados para os ataques, tendo sido colocados dispositivos habituais em implosões lá dentro. Em primeiro lugar, dias antes o edifício havia sido inspeccionado por elementos de uma conceituada empresa de demolições. Para além disso, relatos de bombeiros e de pessoas que estavam nos edifícios dão conta de explosões dentro do próprio edifício, pouco depois das explosões decorrentes do ataque dos aviões, sendo dado o exemplo de explosões no 8º andar quando o incêndio decorrente do impacto do avião ainda só ia no 78º andar ou até explosões dentro da cave de uma das torres. A corroborar esta ideia, as imagens da queda das duas torres mostram, para além da queda progressiva dos edifícios, diversas explosões dentro do próprio edifício, o que só aconteceu porque esses explosivos já lá estavam. São citadas as opiniões dos especialistas que expressaram dúvidas sobre a versão oficial dos factos, tendo um deles sido demitido do seu cargo de director de um instituto público pouco depois.

Para além disso, é colocado em dúvida o conflito entre os americanos e Bin Laden, sendo referido que, na altura dos atentados, este estava a ser tratado num hospital americano no Dubai. Não esqueçamos, por exemplo, que houve, no passado, relações bastante amigáveis entre os dois lados, tal como aconteceu com Saddam Hussein, aquando da guerra entre o Irão e o Iraque.

Em suma, "Loose change" trata-se de um belíssimo documento de jornalismo de investigação e um elemento fundamental para quem não se contenta em ouvir as explicações dos dirigentes políticos, americanos e não só (como aquele que foi nosso Primeiro Ministro e agora é presidente da Comissão Europeia) sobre esta matéria.

Há alguns aspectos que não me parecem muito convincentes, como o facto de se negar totalmente o envolvimento da Al-Qaeda nestes atentados, não tendo em conta o que se passou posteriormente na Europa (é pouco provável que a Al-Qaeda apenas tencione atacar alvos europeus). Sou, no entanto, obrigado a reconhecer que há aqui matéria para provar que muitos responsáveis americanos tenham as mãos sujas neste caso, pois existem boas provas de que houve conhecimento prévio por parte dos serviços secretos americanos e de algumas individualidades sobre a ocorrência dos atentados, acreditando até que houve a intenção de querer aumentar os danos desses ataques, para uma vitimização dos Estados Unidos. Com que objectivo? Possivelmente para encontrar uma razão válida para avançar para uma guerra no Afeganistão e no Iraque, para satisfazer os interesses dos senhores das armas e do petróleo (com os quais muitos elementos do Governo têm fortes ligações).

Resumindo e baralhando: de um país daqueles e de um presidente com os níveis de inteligência que se conhecem, certamente que há razões para acreditar no que se diz naquele documentário. Nisso e em muito mais.

Serviço público: regras de cavalheirismo

Dizem as regras do cavalheirismo (que pode ser definido como uma regra de etiqueta para um tipo dar ares de que não tem os modos de um trolha) que um homem deve dar prioridade à mulher numa panóplia da situações, como entrar e sair de um elevador ou sala ou quando se sentam à mesa. Há, no entanto, uma excepção que diz respeito às escadas: quando um homem e uma mulher sobe escadas, as regras do cavalheirismo e da etiqueta dizem que deve ser um homem a ir à frente, caso contrário coloca-se numa situação em que tem uma vista privilegiada para o traseiro feminino.

A rapaziada da estudantina

Parece-me um pouco forçada a palavra "Estudantina" na designação de certas tunas académicas. Vamos por partes: para se chamar de Estudantina de qualquer coisa, a tuna deve ser composta por estudantes. Até aí estamos conversados, o problema é que para serem considerados estudantes, os seus membros devem, claro está, andar a estudar. No entanto, estudar talvez seja a actividade a que muitos membros da tuna menos dedicam o seu tempo.

Mais algumas boas googladas que vieram aqui parar

lacost como droga

costura em xabregas

saude problemas ciclismo

Pistas da Blue Duarte

petróleo aspectos positivos

Eastpack morangos com açúcar

Foi há cinco anos


Na altura dos atentados ao World Trade Center e ao Pentágono, era voz corrente que o Mundo não seria mais o mesmo a partir daí. O que, infelizmente, acabou por se confirmar. Nos últimos cinco anos, assistiu-se aos capítulos seguintes do que parece ser uma espécie de choque de civilizações: os atentados em Londres, em Madrid e em Bali, a guerra contra o Afeganistão e no Iraque ou a tensão decorrente da publicação das caricaturas de Maomé. Sem dúvida que a data de 11 de Setembro de 2001 merece ficar marcada na História, ainda que pelas piores razões.

Músicas da semana: Faith No More


Boas referências musicais dos anos 90, como é o caso dos Faith No More, são sempre bem vindas a este espaço e valem a pena ser recordadas.




    "Midlife crisis"



    "Digging the grave"



    "Falling to pieces"



    "Epic"



    Evidence

Murphyologia por toda a Lisboa

Depois de uma semana de férias, regresso à Metrópole e deparo-me com a Murphyologia no seu estado mais puro perante a novidade destes dias para quem vive em Lisboa ou arredores e anda de autocarro diariamente: as mudanças em boa parte das carreiras dos autocarros da Carris.

Nestas coisas não há que enganar: quando se alteram horários e trajectos, a mudança é sempre para pior. Falo por mim, pois fiquei com menos uma carreira e outra deixou de ter qualquer utilidade. Mas de que é que me estou a queixar, afinal se tenho um blogue chamado A Lei de Murphy, era mais do que certo que ficaria a arder com estas mudanças!...

Interrupção de actividades

Como estarei de férias na próxima semana, rumo às Beiras deste nosso querido Portugal, também o blogue estará parado durante esse período. A não ser que possa ter acesso à Internet durante os próximos dias, só daqui a uma semana poderei voltar a postar. Até lá!

Músicas da semana: Massive Attack






"Teardrop"



"Protection"



"Karmacoma"



"Unfinished simpathy"

O gajo que se mete com figuras conhecidas

Estava ontem no Incógnito, quando interpelo o Luís Filipe Borges (apresentador da Revolta dos pastéis de nata) e lhe dou os parabéns pelo programa e pergunto quando recomeça (fiquei a saber que essa data é o 5 de Outubro). A última vez (e que, curiosamente, até tinha sido a primeira) que interpelei figuras conhecidas aconteceu à porta de um restaurante chinês, quando lanço um vigoroso "Parabéns pela carreira!" a três elementos dos Moonspell, tendo a conversa entre eles e os meus amigos versado, para além da carreira, discos e concertos, perguntas fundamentais como saber se gostavam de Kraftwerk ou de Depeche Mode.

A propósito, estive ontem em duas reentrées de espaços da noite, um deles o Incógnito. Concluo que o 1 de Setembro assinala o regresso à normalidade em termos de oferta nocturna e funciona como uma espécie de primeira jornada da Superliga da noite lisboeta. Tenho o máximo respeito pelas férias dos outros, mas já se tornava um pouco chato querer ir a determinados sítios à noite e estes estarem fechados.

O presidente Fiúza


António Fiúza pertence a uma espécie que está bem viva no dirigismo desportivo e no país de um modo geral. As suas aparições públicas, a propósito do Caso Mateus, revelam uma atitude obstinada, de alguém que infringe a lei desportiva mas que continua a achar que tem razão e que se lança ferozmente contra o poder (chegando a falar nos "bichos de Lisboa"), visando unicamente proteger cegamente o seu quintal, ainda que perante o desagrado do resto do país.

De acordo com os recentes acontecimentos, a participação dos clubes portugueses e da selecção nacional nas competições internacionais está dependente de uma mudança de atitude deste homem, que terá de retirar a queixa que apresentou nos tribunais civis. Pelo que me foi dado a ver da personagem, não me parece que deixe esta cruzada a meio. Mas espero estar enganado.