A medida que visava a criação de salas de injecção assistida (ou salas de "chuto") tinha andado nos escaparates na altura em que António Guterres foi Primeiro-Ministro, foi aprovada mas depois não foi para a frente. Hoje, o Ministro da Saúde anunciou que o Governo vai mesmo avançar com esta decisão alguns anos depois (notícia aqui).
Como seria de esperar, uma decisão destas não é consensual. Muitos sectores têm-se insurgido contra o facto de ser o próprio Estado a criar condições para o consumo de heroína, em vez de combater o fenómeno. No entanto, esta decisão só deveria ser vista como a última medida a ser tomada pelo Estado, ou seja, quando não funcionam a prevenção do consumo e o tratamento dos toxicodependentes. Esta medida nunca pode ser vista como a principal medida de uma política contra a droga.
Esta medida reduz o consumo? Certamente que não, mas, ao menos, reduz alguns danos colaterais do consumo, já que pode reduzir a propagação de doenças entre os toxicodependentes e evita o triste espectáculo de gente a injectar-se quase na praça pública, o que é comum em alguns locais nas cidades deste país. E sobre a tal questão que se prende com os gastos por parte do Estado para propiciar o consumo de heroína, deve ter-se em conta que se trata de uma questão de saúde pública e, para além disso, é preciso não esquecer que já existem os CAT's, entidades pagas pelo Orçamento de Estado onde esta população vai buscar a metadona, como terapia de substituição.
O destino de João Malheiro

Antes de João Malheiro se tornar mais conhecido dos portugueses, já eu conhecia a sua voz poderosa com sotaque do Norte de o ouvir na TSF, onde era um belíssimo comentador de jogos. Não raro, depois de ver o Benfica a jogar, ouvia o que ele tinha para dizer sobre o desenrolar do jogo. Com a chegada de Manuel Vilarinho à presidência do Benfica, assumiu o cargo de porta-voz ou director de comunicação (ou qualquer coisa do género) do clube, abandonando naturalmente o cargo que desempenhava na TSF. A tarefa que lhe havia sido incumbida não era propriamente fácil, já que era comum ele próprio substituir-se à Direcção para prestar esclarecimentos ou até para cumprir a espinhosa missão de anunciar reforços do calibre de um Escalona ou João Manuel Pinto, arriscando-se a constar no anedotário nacional dedicado ao Glorioso (arriscaria dizer que foi a pessoa no desporto nacional que mais vezes utilizou o verbo "reiterar" em conferências de imprensa).
Cumprida a sua missão, passou a estar um pouco mais longe das atenções dos media, aparecendo aqui e ali com umas publicações dedicadas ao clube do seu coração. Esteve recentemente envolvido na campanha presidencial de Manuel Alegre. E a coisa pára aqui, porque, nos últimos tempos, este senhor tem sido presença assídua na "tertúlia cor-de-rosa", momento do programa da Fátima Lopes dedicado à pura e simples cuscuvilhice sobre a vida privada das nossas figuras públicas, ao lado de autênticos doutores honoris causa no assunto, como Cláudio Ramos ou Maya.
Para quem se habituou a ouvir João Malheiro em comentários de qualidade a jogos de futebol ou a vê-lo a dar a cara pela instituição em momentos conturbados, não deixa de ser confuso e até um pouco deprimente dar com ele a comentar as peripécias e cuscuvilhices dos Cristianos Ronaldos, Merches Romeros e Elsas Raposos desta vida...
A falta de Internet no trabalho
Durante boa parte do dia de hoje, estive sem Internet no trabalho, devido a um vírus que se instalou no sistema (dizem eles). Parece-me inadmissível esta situação. Lá que a pessoa não possa trabalhar devido à falta de Internet, ainda tolero, mas choca-me que uma empresa não tenha em consideração os momentos em que os trabalhadores se armam em calões e não trabalham para poder estar a navegar na Net. Se é assim que querem motivar os trabalhadores, não é assim que lá vão.
Caso Mateus: a esquizofrenia do futebol português
O caso Mateus teve o condão de chamar a atenção para o carácter um tanto ou quanto esquizofrénico do futebol em Portugal: o mesmo país que organiza europeus de futebol, de onde emergem vencedores e finalistas de competições europeias, que tem jogadores colocados nos melhores clubes mundiais e que conseguiu recentemente ver a sua selecção ser a segunda melhor da Europa e a quarta melhor do mundo, é precisamente o mesmo onde ocorrem as maiores confusões em termos administrativos e jurídicos, que tiveram como triste exemplo o caso Mateus. Este caso teve hoje o seu clímax, com a anulação dos jogos em que Belenenses e Gil Vicente seriam intervenientes durante a primeira jornada.
A título de comparação: o "calciocaos" foi despoletado em Junho passado e teve a resolução um mês antes do início do campeonato italiano, ao passado que este caso Mateus (um caso bastante mais simples e meramente jurídico) já se arrasta há pouco mais de três meses. É só ver as diferenças.
A título de comparação: o "calciocaos" foi despoletado em Junho passado e teve a resolução um mês antes do início do campeonato italiano, ao passado que este caso Mateus (um caso bastante mais simples e meramente jurídico) já se arrasta há pouco mais de três meses. É só ver as diferenças.
Recomeça a maluqueira do futebol nacional

Começa hoje o campeonato nacional. Depois da grande união nacional em torno da selecção de todos nós, regressam as velhas rivalidades de sempre, as discussões no café e no trabalho a axincalhar o adversário ou a defender as nossas cores.
Este campeonato tem, à partida, condições para ser mais equilibrado. Passam a competir menos duas equipas, o que equivale a dizer que o nível médio das equipas é superior (menos quantidade, um pouco mais de qualidade) e que cada jogo terá ainda mais importância do que no passado.
Há os crónicos três candidatos ao título, cada um com os seus pontos a favor e contra. O Porto beneficia do facto de manter quase todos os elementos de uma equipa que foi campeã, mas as alterações tácticas que vão ocorrer com a entrada de Jesualdo Ferreira podem deixar um ponto de interrogação. O Sporting tem a vantagem de manter a estrutura da época passada, em termos de jogadores e modelo de jogo, e de ter muitos valores emergentes do futebol nacional, embora a juventude possa ser um factor negativo em momentos decisivos. O Benfica tem a seu favor o facto de ter o maior número de nomes sonantes do campeonato nacional, mas não temos visto grandes exibições a nível colectivo e resta saber como vai decorrer o trabalho de Fernando Santos junto do actual grupo de trabalho.
Quanto às restantes equipas, o Braga parece ser a equipa com mais condições de chegar ao quarto lugar ou de se intrometer entre os grandes, por ter um bom plantel. O Boavista, o Nacional ou o Marítimo são outros candidatos a lá chegar.
Emocionalmente, diria que o Benfica vai ser campeão com 30 pontos de vantagem sobre o segundo classificado. No entanto, a razão diz-me que não há um candidato óbvio ao título, e reconheço que, a haver esse candidato, não será o Benfica, por apresentar ainda algumas fragilidades e alguma inconstância exibicional.
Resta-me dar uma palavra para a Liga de Honra, que tem esta época um bom naipe de equipas e poderá ter motivos de interesse. Para mim, certamente que os terá, quanto mais não seja porque o meu segundo clube, o Olivais e Moscavide, participa esta época pela primeira vez na prova. E, neste caso, conseguir a manutenção já seria bom.
Campeão da auto-estima na TV portuguesa
Dizia-me hoje um colega de trabalho que o Duarte, apresentador do programa infantil "As pistas da Blue" que passa diariamente na 2, é um verdadeiro campeão da auto-estima, para conseguir fazer todas aquelas figuras que o programa exige.
Julgo que estes vídeos atestam que não é excessivo considerar o Duarte como o campeão da auto-estima na televisão portuguesa.
Julgo que estes vídeos atestam que não é excessivo considerar o Duarte como o campeão da auto-estima na televisão portuguesa.
Simpáticas referências ao blogue
Hoje, fiquei sentido com a referência dado pelo Soraya, ma chérie aqui à Lei de Murphy, pelo facto de eu ter considerado deliciosa a descrição que eles próprios deram ao blogue (aqui). E, já que estou numa de me auto-elogiar (uma tendência que vem do post anterior, em que me vanglorio de ter escapado de dois facínoras que me queriam assaltar), chamo a atenção para a referência dada do lado de lá do Atlântico pelo blogue Contos Bregas (dia 11 de Agosto).
Relativamente a links para ao LdM, ainda só conferi dois: no conceituado A rádio em Portugal, que sempre foi de uma grande cordialidade face às minhas produções, já que no passado também tinha uma ligação ao Links de Luxo, e também na Máfia da Cova, esse bando de malfeitores que povoa a Covilhã e arredores.
Relativamente a links para ao LdM, ainda só conferi dois: no conceituado A rádio em Portugal, que sempre foi de uma grande cordialidade face às minhas produções, já que no passado também tinha uma ligação ao Links de Luxo, e também na Máfia da Cova, esse bando de malfeitores que povoa a Covilhã e arredores.
Indiana Jones da selva urbana
Era coisa de 22:30, 23:00. Dirigia-me hoje para uma paragem de autocarro, ali na zona do Marquês de Pombal ou Avenida da Liberdade, enquanto falava ao telemóvel, quando me cruzo com dois putos (aí para 18 ou 19 anos) assim com ar abarracado e com pinta de vir de algum bairro com má reputação. Ando mais uns 50 metros, olho para trás e vejo-os a virem atrás de mim. Ou seja, alteraram o trajecto depois de me verem. Continuo a andar rumo à paragem de autocarro, mas eis que eles aceleram o passo e se dirigem na minha direcção, começa um por perguntar se tenho não sei o quê (não percebi o que tentava dizer) e eu faço de conta que não percebo, depois aproximam-se, ainda sinto a minha t-shirt a ser puxada, enquanto desato a fugir deles. Faço uma corrida de 100 ou 150 metros rumo ao táxi mais próximo, ainda olho para trás para ver se me seguem, o que, felizmente, não acontece.
A isto chama-se um cidadão precavido, que tenta jogar pelo seguro. Antes passar por preconceituoso, racista ou medroso do que arriscar-me a ficar sem carteira ou telemóvel. Diria mesmo um Indiana Jones da selva urbana, a fugir da bicharada que por aí pulula. Que este pequeno episódio também vos sirva de aviso, caros leitores.
A isto chama-se um cidadão precavido, que tenta jogar pelo seguro. Antes passar por preconceituoso, racista ou medroso do que arriscar-me a ficar sem carteira ou telemóvel. Diria mesmo um Indiana Jones da selva urbana, a fugir da bicharada que por aí pulula. Que este pequeno episódio também vos sirva de aviso, caros leitores.
Googladas recentes que vieram cá parar
como instalar uma antena parabólica
hi 5 matilde dos morangos
lei de murphy foi modificada
james blunt características
Morangos com açúcar loulé
Aprendiz de cozinha
A simpatia holandesa
Sempre ouvi dizer que os povos do Norte da Europa são conhecidos por serem frios e pouco simpáticos, mas essa é uma ideia que me parece totalmente errada. E posso falar, pela minha experiência pessoal, da grande simpatia e espírito hospitaleiro do povo de um país como a Holanda: nunca vi tantas desconhecidas a sorrirem para mim e a convidarem-me para entrar como no dia em que passei pelo Bairro Vermelho de Amesterdão.
Músicas da semana: Royksopp
Anda aí a circular dinheiro de origem duvidosa
Digo isto porque acabei de descobrir que a Sportingbet é cliente da empresa onde trabalho...
Duas postas de pescada no site do Record
Há mais de um ano e meio que não escrevia comentários no site do Record. A última vez que o fiz foi às tantas da manhã de uma noite de sexta para sábado, num estado elevado de alcoolemia, em que comentei notícias como a transferência de Roger para o Flamengo, as opções de Trappatoni ou a conferência sobre desporto que Dias da Cunha ia fazer numa associação de militares ligados ao 25 de Abril.
Hoje, ao deparar-me com algumas alarvidades no site do dito jornal, infelizmente comuns nos adeptos de futebol (independentemente do clube), não resisti ao que li e tive que mandar duas postas de pescada:
Figo: «Minha situação não é comparável à de Rui Costa»
Fiquei perplexo pela forma como os sportinguistas falam do Figo e como estabelecem um paralelo entre ele e Rui Costa na relação que ambos têm com os clubes que os lançaram para o futebol. Enquanto Rui Costa sempre nutriu carinho pelo Benfica e nunca o escondeu, digamos que Figo sempre nutriu mais carinho por quem lhe pagava mais, por isso nunca deu a entender que quisesse acabar a carreira no Sporting. Dei o exemplo da forma conturbada em que ambos saíram dos clubes: Rui Costa quis sair para o Barcelona mas foi para a Fiorentina por ser a possibilidade mais vantajosa para o Benfica, enquanto Figo chegou a assinar por dois clubes enquanto ainda estava no Sporting.
Centro de Estágio chama-se Caixa Futebol Campus
Pessoas que suam ódio ao Benfica por todos os poros põem-se a reclamar que é o dinheiro dos contribuintes que irá pagar o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos ao centro de estágio do Benfica. Expliquei que esse argumento não colhe, já que o Estado é apenas o maior accionista da CGD, recolhendo alguns dividendos dos elevados lucros que este banco angaria anualmente. Sendo que este banco gera lucro, é natural que o invista em patrocínios para ganhar mais visibilidade, sendo importante referir que esse dinheiro advém de receitas próprias.
Espero é não voltar a indignar-me com estas coisas da bola, ainda por cima via Internet. Isso é coisa de fanáticos.
Hoje, ao deparar-me com algumas alarvidades no site do dito jornal, infelizmente comuns nos adeptos de futebol (independentemente do clube), não resisti ao que li e tive que mandar duas postas de pescada:
Figo: «Minha situação não é comparável à de Rui Costa»
Fiquei perplexo pela forma como os sportinguistas falam do Figo e como estabelecem um paralelo entre ele e Rui Costa na relação que ambos têm com os clubes que os lançaram para o futebol. Enquanto Rui Costa sempre nutriu carinho pelo Benfica e nunca o escondeu, digamos que Figo sempre nutriu mais carinho por quem lhe pagava mais, por isso nunca deu a entender que quisesse acabar a carreira no Sporting. Dei o exemplo da forma conturbada em que ambos saíram dos clubes: Rui Costa quis sair para o Barcelona mas foi para a Fiorentina por ser a possibilidade mais vantajosa para o Benfica, enquanto Figo chegou a assinar por dois clubes enquanto ainda estava no Sporting.
Centro de Estágio chama-se Caixa Futebol Campus
Pessoas que suam ódio ao Benfica por todos os poros põem-se a reclamar que é o dinheiro dos contribuintes que irá pagar o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos ao centro de estágio do Benfica. Expliquei que esse argumento não colhe, já que o Estado é apenas o maior accionista da CGD, recolhendo alguns dividendos dos elevados lucros que este banco angaria anualmente. Sendo que este banco gera lucro, é natural que o invista em patrocínios para ganhar mais visibilidade, sendo importante referir que esse dinheiro advém de receitas próprias.
Espero é não voltar a indignar-me com estas coisas da bola, ainda por cima via Internet. Isso é coisa de fanáticos.
A meteorologia nos noticiários
Como atravessamos a "silly season", é sempre complicado encontrar notícias com interesse. Hoje, os noticiários (sobretudo a TVI) deram grande importância às alterações climatéricas dos últimos dias, devido à estranheza de haver queda de chuva em pleno Agosto. No fundo, é como na vida real: quando não há grande assunto para falar, fala-se do tempo.
Novo modelo para sector da electricidade: aspectos positivos e negativos para o consumidor
A partir de Setembro, haverá novas regras para a electricidade que todos consumimos, já que o sector passará a estar liberalizado e deixaremos de ser forçosamente clientes da EDP , para poder escolher entre cinco empresas (notícia aqui).
Aspectos positivos para o consumidor:
- Há um leque de escolhas entre empresas, o que para o consumidor é sempre positivo, já que cada um pode escolher o fornecedor com melhores preços e condições em função das necessidades
- É possível mudar de fornecedor quatro vezes por ano, sem custos adicionais, bastando comunicar essa intenção ao fornecedor para o qual queremos mudar
Aspectos negativos para o consumidor:
- O facto de o sector esta liberalizado significa que o preço da electricidade deixa de ser decidido pelo Governo, o que equivale a dizer que cada empresa pode decidir livremente o preço sem preocupações com o aumento da inflação ou o aumento dos salários
- O preço da energia está directamente ligado ao preço do gás natural ou do petróleo, o que, num período como o actual, pode significar aumentos pouco simpáticos
- Embora tal não seja legal, há sempre o risco de as cinco empresas, embora concorrentes, decidirem entre si os preços para praticar, de modo a todas terem boas margens de lucro (um pouco como acontece nos combustíveis e nos telemóveis).
Nos próximos dias, chegarão às caixas do correio as informações relativas a estas alterações.
Aspectos positivos para o consumidor:
- Há um leque de escolhas entre empresas, o que para o consumidor é sempre positivo, já que cada um pode escolher o fornecedor com melhores preços e condições em função das necessidades
- É possível mudar de fornecedor quatro vezes por ano, sem custos adicionais, bastando comunicar essa intenção ao fornecedor para o qual queremos mudar
Aspectos negativos para o consumidor:
- O facto de o sector esta liberalizado significa que o preço da electricidade deixa de ser decidido pelo Governo, o que equivale a dizer que cada empresa pode decidir livremente o preço sem preocupações com o aumento da inflação ou o aumento dos salários
- O preço da energia está directamente ligado ao preço do gás natural ou do petróleo, o que, num período como o actual, pode significar aumentos pouco simpáticos
- Embora tal não seja legal, há sempre o risco de as cinco empresas, embora concorrentes, decidirem entre si os preços para praticar, de modo a todas terem boas margens de lucro (um pouco como acontece nos combustíveis e nos telemóveis).
Nos próximos dias, chegarão às caixas do correio as informações relativas a estas alterações.
Músicas da semana: Smiths
A diferença entre a "Old School" e os putos
Quem pertence à "Old School" recorda-se de uma série televisiva chamada "Soldados da fortuna". Os putos apenas conhecem essa mesma série como "Esquadrão Classe A".
Mais um contributo para campanhas anti-droga (2)
Outra boa possibilidade de slogan para uma campanha de sensibilização contra o consumo de droga, nomeadamente junto da juventude, seria:
Jovem, queres mesmo meter-te na droga? Talvez seja melhor veres antes os drogados que andam ali na zona do LIDL de Xabregas para veres a tua figura daqui a uns anos!
Jovem, queres mesmo meter-te na droga? Talvez seja melhor veres antes os drogados que andam ali na zona do LIDL de Xabregas para veres a tua figura daqui a uns anos!
Mais um contributo para campanhas anti-droga
Numa estação de metropolitano, vi um anúncio em que aparece uma rapaziada (um grupo de 20 ou 25 pessoas) a cantar uma música contra a droga, ao estilo de "We are the world", terminando o anúncio com um slogan do género "Não sejamos hipócritas, a droga existe", no fundo gozando com a própria canção.
Não achei o anúncio nada de especial, mas ao vê-lo idealizei um outro que, seguindo a mesma linha, podia ser qualquer coisa como:
O Amílcar rouba carros, bate na mãe e nos irmãos e acha graça aos Malucos do Riso. Pior seria se andasse na droga.
Não achei o anúncio nada de especial, mas ao vê-lo idealizei um outro que, seguindo a mesma linha, podia ser qualquer coisa como:
O Amílcar rouba carros, bate na mãe e nos irmãos e acha graça aos Malucos do Riso. Pior seria se andasse na droga.
As movimentações de hoje
Quando, no futuro, forem enumerados os diversos episódios do que é o Mundo a seguir ao 11 de Setembro, o dia de hoje irá certamente ser referido. Tendo em conta os desenvolvimentos desde a madrugada, é possível olhar para o dia de hoje como um bom exemplo do impacto que essa data teve no Ocidente.
Um impacto que não se mede apenas no número de mortos nos atentados em Nova Iorque, Madrid e Londres. As grandes movimentações que hoje se verificaram na capital britânica, devido a suspeitas de um ataque terrorista em grande escala com recurso a aviões, poderão ter evitado muitas mortes mas deram uma ajuda a disseminar o terror psicológico junto das pessoas. E estes episódios são mais ou menos cíclicos e parece que cuidadosamente preparados: há um atentado com impacto, seguido de uma acalmia interrompida por uma outra ameaça, para novamente se verificar um atentado e a repetição deste ciclo vicioso, como que a querer lançar o alerta ao Mundo "Olhem que nós não nos esquecemos de vocês!".
Definitivamente, o Mundo anda um sítio pouco recomendável para se viver.
Um impacto que não se mede apenas no número de mortos nos atentados em Nova Iorque, Madrid e Londres. As grandes movimentações que hoje se verificaram na capital britânica, devido a suspeitas de um ataque terrorista em grande escala com recurso a aviões, poderão ter evitado muitas mortes mas deram uma ajuda a disseminar o terror psicológico junto das pessoas. E estes episódios são mais ou menos cíclicos e parece que cuidadosamente preparados: há um atentado com impacto, seguido de uma acalmia interrompida por uma outra ameaça, para novamente se verificar um atentado e a repetição deste ciclo vicioso, como que a querer lançar o alerta ao Mundo "Olhem que nós não nos esquecemos de vocês!".
Definitivamente, o Mundo anda um sítio pouco recomendável para se viver.
Googladas recentes que vieram cá parar
Dificuldade em respirar à noite
Morangos com açúcar férias de Verão
Regulamento Miss Universo
Desenhos da surf house dos morangos
Hi5 morangos
Parabólica apanha canais terrestres
Concluo que, apesar de o Google ser o mais popular motor de busca, muita gente não o sabe usar convenientemente, desconhecendo o uso das aspas. Só assim se compreende que tenham vindo aqui parar desta maneira.
Morangos com açúcar férias de Verão
Regulamento Miss Universo
Desenhos da surf house dos morangos
Hi5 morangos
Parabólica apanha canais terrestres
Concluo que, apesar de o Google ser o mais popular motor de busca, muita gente não o sabe usar convenientemente, desconhecendo o uso das aspas. Só assim se compreende que tenham vindo aqui parar desta maneira.
Aprovação da lei da paridade
O Presidente da República aprovou ontem a famosa Lei da Paridade, o que equivale a dizer que, daqui para a frente, as listas eleitorais dos partidos terão forçosamente de ter 30% de mulheres.
Discordo desta prática de imposição de quotas de um modo geral e no caso das listas eleitorais em particular. Sei que existe um défice de representação de mulheres na política, mas a ideia que passa é a de que passarão a existir mais mulheres neste sector, não por uma questão de competência ou disponibilidade, mas porque têm forçosamente de lá estar em virtude de serem do sexo feminino.
Talvez por não concordar por este princípio das quotas, não vou estar a elogiar as mulheres que estão na política, tal como não o vou fazer em relação aos homens. Aqui, cada um vale o que vale e já tivémos provas suficientes de que ambos os sexos são capazes do melhor e do pior e termos de desempenho de cargos políticos. Talvez nem fosse mau que as qualidades fossem todas propriedade de um dos sexos e os defeitos fossem propriedade do outro, porque assim facilitava as nossas escolhas enquanto eleitores, mas não é bem assim. Em ambos os sexos há casos de competência e honestidade, mas também do inverso. Trocando por casos concretos, a classe política no feminino tem como representantes Manuela Ferreira Leite, Maria de Belém ou Maria José Nogueira Pinto, mas tem também personalidades como Fátima Felgueiras.
Quando ingressei na universidade, fui para um curso predominantemente frequentado por mulheres (à volta de 70% ou um pouco mais) e consegui entrar, não por qualquer quota imposta para haver um mínimo de homens no curso, mas porque tinha simplesmente melhor nota do que outros candidatos. E é melhor ficar por aqui, não vá algum reitor ler isto e começar a imaginar uma ideia deste género pegando no precedente aberto pela classe política. Classe que funciona como uma espécie de porteiro de discoteca, que vai cobrando uns preços mais altos a uns e mais baixos a outros, para cumprir uma espécie de quota de sexos no interior de estabelecimento...
Discordo desta prática de imposição de quotas de um modo geral e no caso das listas eleitorais em particular. Sei que existe um défice de representação de mulheres na política, mas a ideia que passa é a de que passarão a existir mais mulheres neste sector, não por uma questão de competência ou disponibilidade, mas porque têm forçosamente de lá estar em virtude de serem do sexo feminino.
Talvez por não concordar por este princípio das quotas, não vou estar a elogiar as mulheres que estão na política, tal como não o vou fazer em relação aos homens. Aqui, cada um vale o que vale e já tivémos provas suficientes de que ambos os sexos são capazes do melhor e do pior e termos de desempenho de cargos políticos. Talvez nem fosse mau que as qualidades fossem todas propriedade de um dos sexos e os defeitos fossem propriedade do outro, porque assim facilitava as nossas escolhas enquanto eleitores, mas não é bem assim. Em ambos os sexos há casos de competência e honestidade, mas também do inverso. Trocando por casos concretos, a classe política no feminino tem como representantes Manuela Ferreira Leite, Maria de Belém ou Maria José Nogueira Pinto, mas tem também personalidades como Fátima Felgueiras.
Quando ingressei na universidade, fui para um curso predominantemente frequentado por mulheres (à volta de 70% ou um pouco mais) e consegui entrar, não por qualquer quota imposta para haver um mínimo de homens no curso, mas porque tinha simplesmente melhor nota do que outros candidatos. E é melhor ficar por aqui, não vá algum reitor ler isto e começar a imaginar uma ideia deste género pegando no precedente aberto pela classe política. Classe que funciona como uma espécie de porteiro de discoteca, que vai cobrando uns preços mais altos a uns e mais baixos a outros, para cumprir uma espécie de quota de sexos no interior de estabelecimento...
O meu pólo Lacoste
Já andava com a ideia há algum tempo na cabeça e este fim-de-semana lá consegui concretizá-la. Bastou uma deslocação a uma feira nos arredores de Lisboa e a simpática quantia de 10 euros para comprar o meu pólo Lacoste.
Se calhar, estão a pensar coisas maldosas, como dizer que o pólo é falsificado (a mente humana é capaz das maiores alarvidades...). Sobre isso, devo dizer que estão lá: o célebre crocodilo, a etiqueta na parte de trás dizendo que o pólo é efectivamente Lacoste, para além da etiqueta referente ao conhecidíssimo Lacoste club. Para além disso, quem mo vendeu disse-me que era de marca (e eu acredito na palavra das pessoas) e, para além da Lacoste, também lá tinha material da Tommy Hilfiger. Se estes argumentos não chegam, digo ainda que o facto de ter custado 10 € e ter sido comprado na feira não significa que seja contrafacção. Nunca tive conhecimento de contrafacção de fruta, depois vendida nas feiras, por isso esse argumento não colhe.
Seja como fôr, e isto dirige-se a pessoas minhas conhecidas e interessadas em usar roupa deste calibre, informo que fiz o trabalho de casa e fiquei a saber onde e quais os dias em que é possível comprar estas peças de alta costura a preço baixo. Quem quiser mais informações, é só dizer.
Se calhar, estão a pensar coisas maldosas, como dizer que o pólo é falsificado (a mente humana é capaz das maiores alarvidades...). Sobre isso, devo dizer que estão lá: o célebre crocodilo, a etiqueta na parte de trás dizendo que o pólo é efectivamente Lacoste, para além da etiqueta referente ao conhecidíssimo Lacoste club. Para além disso, quem mo vendeu disse-me que era de marca (e eu acredito na palavra das pessoas) e, para além da Lacoste, também lá tinha material da Tommy Hilfiger. Se estes argumentos não chegam, digo ainda que o facto de ter custado 10 € e ter sido comprado na feira não significa que seja contrafacção. Nunca tive conhecimento de contrafacção de fruta, depois vendida nas feiras, por isso esse argumento não colhe.Seja como fôr, e isto dirige-se a pessoas minhas conhecidas e interessadas em usar roupa deste calibre, informo que fiz o trabalho de casa e fiquei a saber onde e quais os dias em que é possível comprar estas peças de alta costura a preço baixo. Quem quiser mais informações, é só dizer.
Músicas da semana: Mano Negra
As mudanças dos últimos dias no blogue
Com vista a melhorar o blogue, tanto ao nível de forma como de conteúdo, foram feitas algumas mudanças nos últimos dias:
- mudei o template da Lei de Murphy (LdM), recorrendo ao blogger templates. O anterior template foi utilizado como uma solução provisória para poder arrancar com o blogue, parecendo-me que este é um pouco mais...bonito, digamos.
- os links que constam na barra da direita passam a remeter para uma outra página, permitindo manter o browser no LdM e no link a que se pretende aceder.
- já defini os moldes da secção Músicas da Semana, que passo a enumerar:
- mudei o template da Lei de Murphy (LdM), recorrendo ao blogger templates. O anterior template foi utilizado como uma solução provisória para poder arrancar com o blogue, parecendo-me que este é um pouco mais...bonito, digamos.
- os links que constam na barra da direita passam a remeter para uma outra página, permitindo manter o browser no LdM e no link a que se pretende aceder.
- já defini os moldes da secção Músicas da Semana, que passo a enumerar:
- a secção chama-se Músicas da Semana enquanto eu não me lembrar de nada um pouco mais original
- como o próprio nome indica, as músicas serão alteradas no início de todas as semanas (a não ser por motivos de força maior, como eu estar de férias num sítio onde não tenha acesso a internet ou ser raptado por marcianos) constando na parte superior da barra da direita. Simultaneamente, farei um post dando conta das músicas
- O critério para a escolha dessas músicas reside, para além de um certo gosto pessoal (certamente não colocarei músicas de grupos ou artistas dos quais não goste ou, mesmo que gostando dos ditos, não irei escolher músicas suas que não aprecie), num denominador comum para essas músicas, que serão todas de um mesmo artista ou grupo, de um certo disco (como uma banda sonora) ou que haja uma outra relação considerada relevante (por exemplo, músicas de grupos de uma mesma corrente musical ou publicadas no mesmo ano)
- As músicas nunca serão repetidas. Os grupos poderão, eventualmente, ser escolhidos mais do que uma vez, mas com outras músicas. No entanto, caso queiram ouvir on-line uma música qualquer que tinha sido postada no passado, aconselho a verem os posts passados ou a fazerem uma procura por essa música na barra de pesquisa.
As equipas da Volta
Das diversas edições da Volta a Portugal que ocorreram nos últimos anos, não tenho grandes memórias. Lembro-me de uns quantos vencedores, como o Orlando Rodrigues, o Vítor Gamito ou o Claus Moller, mas grandes episódios ou etapas é coisa que já não me vem à cabeça. Perguntem-me por memórias do futebol e aí talvez consiga competir com os melhores.
Há, no entanto, um aspecto bastante marcante para mim nas voltas a Portugal, que são as equipas que participaram ao longo dos anos e cuja designação é de difícil esquecimento, sobretudo as portuguesas. Falo nas míticas equipas do Recer Boavista, Sicasal Acral, Tróia Marisco Tavira ou a sua sucedânea Bom Petisco Tavira.
Quem nutre especial afeição por estas verdadeiras pérolas do imaginário desportivo nacional, não pode deixar de enumerar as equipas que disputam a 68ª Volta a Portugal, que amanhã se inicia:
- LA Alumínios / Liberty Seguros
- Carvalhelhos / Boavista
- Riberalves / Alcobaça
- Imoholding / Loulé Jardim
- Maia / Milaneza
- Duja / Tavira
- Madeinox / Bric-Ar
- Paredes Rota dos Móveis / Beira Tâmega
- Barbot / Halcon
- Vitória / ASC
- Lampre / Fondital
- Barloworld
- Ceramica Flaminia
- Kaiku
- Relax / GAM
- Comunidad Valenciana
- Elk Haus / Simplon
Ao observar o nome dos participantes desta edição, fico satisfeito porque há tradições que não se perdem. Ou seja, continua a haver um certo fascínio por juntar na designação de uma equipa coisas que nada têm a ver umas com as outras, tais como: alumínios e seguros, tintas e agências de viagens ou marisco e uma bonita terra como Alcobaça.
Se me vierem perguntar "Ah e tal, sou um tipo másculo, que equipa é que achas que deveria apoiar na Volta a Portugal?", eu respondo, sem qualquer hesitação: a Barloworld, por ser uma equipa exclusivamente patrocinada por uma empresa de empilhadores. Se forem uns patos bravos e que gostem de investir dinheiro em imóveis, aí já recomendo a Imoholding / Loulé Jardim: este nome mete ao barulho imobiliário (a Imoholding é uma empresa de ligada ao imobiliário), mete Loulé (Algarve, destino típico dos patos bravos em Agosto, mês em que decorre a Volta) e jardim (que faz a simbiose de tudo, já que há casa, há algarve e há jardim, ou seja uma casa no Algarve com um jardim, comprada preferencialmente na Imoholding e espaço de férias em Agosto).
Mas, parvoíces à parte, parece que a equipa favorita costuma ser a La Alumínios / Liberty Seguros, até porque tem lá o Cândido Barbosa, que é uma espécie de figura de proa da equipa e um grande ciclista português. A minha preferência de equipa vai para a Paredes Rota dos Móveis / Beira Tâmega. Quando ouvi falar neste nome, na Volta do ano passado, fiquei de tal maneira fascinado pela sua sonoridade que passei a eleger esa como a minha equipa de eleição. Pelo menos, enquanto o Benfica não regressar ao ciclismo, o que está previsto acontecer no próximo ano.
Há, no entanto, um aspecto bastante marcante para mim nas voltas a Portugal, que são as equipas que participaram ao longo dos anos e cuja designação é de difícil esquecimento, sobretudo as portuguesas. Falo nas míticas equipas do Recer Boavista, Sicasal Acral, Tróia Marisco Tavira ou a sua sucedânea Bom Petisco Tavira.
Quem nutre especial afeição por estas verdadeiras pérolas do imaginário desportivo nacional, não pode deixar de enumerar as equipas que disputam a 68ª Volta a Portugal, que amanhã se inicia:
- LA Alumínios / Liberty Seguros
- Carvalhelhos / Boavista
- Riberalves / Alcobaça
- Imoholding / Loulé Jardim
- Maia / Milaneza
- Duja / Tavira
- Madeinox / Bric-Ar
- Paredes Rota dos Móveis / Beira Tâmega
- Barbot / Halcon
- Vitória / ASC
- Lampre / Fondital
- Barloworld
- Ceramica Flaminia
- Kaiku
- Relax / GAM
- Comunidad Valenciana
- Elk Haus / Simplon
Ao observar o nome dos participantes desta edição, fico satisfeito porque há tradições que não se perdem. Ou seja, continua a haver um certo fascínio por juntar na designação de uma equipa coisas que nada têm a ver umas com as outras, tais como: alumínios e seguros, tintas e agências de viagens ou marisco e uma bonita terra como Alcobaça.
Se me vierem perguntar "Ah e tal, sou um tipo másculo, que equipa é que achas que deveria apoiar na Volta a Portugal?", eu respondo, sem qualquer hesitação: a Barloworld, por ser uma equipa exclusivamente patrocinada por uma empresa de empilhadores. Se forem uns patos bravos e que gostem de investir dinheiro em imóveis, aí já recomendo a Imoholding / Loulé Jardim: este nome mete ao barulho imobiliário (a Imoholding é uma empresa de ligada ao imobiliário), mete Loulé (Algarve, destino típico dos patos bravos em Agosto, mês em que decorre a Volta) e jardim (que faz a simbiose de tudo, já que há casa, há algarve e há jardim, ou seja uma casa no Algarve com um jardim, comprada preferencialmente na Imoholding e espaço de férias em Agosto).
Mas, parvoíces à parte, parece que a equipa favorita costuma ser a La Alumínios / Liberty Seguros, até porque tem lá o Cândido Barbosa, que é uma espécie de figura de proa da equipa e um grande ciclista português. A minha preferência de equipa vai para a Paredes Rota dos Móveis / Beira Tâmega. Quando ouvi falar neste nome, na Volta do ano passado, fiquei de tal maneira fascinado pela sua sonoridade que passei a eleger esa como a minha equipa de eleição. Pelo menos, enquanto o Benfica não regressar ao ciclismo, o que está previsto acontecer no próximo ano.
O fascínio do brega brasileiro por Reginaldo Rossi
Quando sou obrigado explicar a outras pessoas o fascínio do brega brasileiro, é sempre difícil fazê-lo sem recorrer a bons exemplos tais como letras de músicas emblemáticas. Mas atenção, quando se fala em brega, excluem-se outros géneros que até podem parecer a mesma coisa, mas não o são, como é o caso do axé ou da música sertaneja. Ou seja, Netinho ou Banda Eva não contam para estas contas.
Sem querer gastar já todos os meus argumentos a explicar o encanto que este género musical possui (terei certamente muitos posts para o fazer), acho que este vídeo do Reginaldo Rossi já ajuda a explicar muita coisa. Para quem não conhece o Reginaldo Rossi, informo que este é considerado o rei do brega brasileiro, alguém que arrasta multidões nos concertos e que criou canções como "Mon amour, meu bem, ma femme", "Garçon" e "A raposa e as uvas".
Se não tiverem paciência para ver os cinco minutos do vídeo, podem passar à frente quando passam as imagens dos concertos, porque o que realmente tem interesse é a parte da entrevista.
Sem querer gastar já todos os meus argumentos a explicar o encanto que este género musical possui (terei certamente muitos posts para o fazer), acho que este vídeo do Reginaldo Rossi já ajuda a explicar muita coisa. Para quem não conhece o Reginaldo Rossi, informo que este é considerado o rei do brega brasileiro, alguém que arrasta multidões nos concertos e que criou canções como "Mon amour, meu bem, ma femme", "Garçon" e "A raposa e as uvas".
Se não tiverem paciência para ver os cinco minutos do vídeo, podem passar à frente quando passam as imagens dos concertos, porque o que realmente tem interesse é a parte da entrevista.
"No more looking back"
A pequena estória que vou relatar aconteceu com um amigo meu, a quem vou chamar, a título meramente fictício, Carlos.
Tinha o Carlos uns 16 ou 17 anos e foi a uma loja de roupa, não sei precisar se Pull & Bear ou Springfield, e decidiu comprar uma t-shirt cuja parte da frente continha a inscrição "No More Looking Back". Se, nem com 20 e tal anos, a pessoa liga muito ao que vem escrito na roupa, imagine-se com esta idade. Para o Carlos, tratava-se de uma t-shirt igual a qualquer outra.
Quando o Carlos chegou à escola, a t-shirt provocou algum alarido entre os seus colegas, que elogiavam a t-shirt, mas sistematicamente o questionavam sobre o que a frase "No More Looking Back" queria dizer. Sinceramente, ninguém pode criticar os colegas do Carlos por serem curiosos, no entanto o dono da t-shirt nada podia dizer a esse respeito, já que ele próprio não percebia por que motivo a frase estava lá. Nestas coisas das t-shirts, há uns que usam umas t-shirts de bandas, outros de certas marcas, outros sem nada escrito, outros com um desenho qualquer, mas quando estas trazem muita coisa escrita, parece que há sempre ali qualquer coisa que escapa ao comum dos mortais. Para além de terem o inconveniente de despertar sempre a atenção das outras pessoas.
Perante o constrangimento e a perplexidade que aquela t-shirt lhe trouxe, o Carlos passou, a partir daí, a comprar exclusivamente t-shirts lisas. Até hoje. Decidiu seguir o conselho contido na t-shirt e não quis voltar a recordar. Neste caso, recordar as t-shirts que usava até ao dia em que comprou aquela polémica t-shirt.
Tinha o Carlos uns 16 ou 17 anos e foi a uma loja de roupa, não sei precisar se Pull & Bear ou Springfield, e decidiu comprar uma t-shirt cuja parte da frente continha a inscrição "No More Looking Back". Se, nem com 20 e tal anos, a pessoa liga muito ao que vem escrito na roupa, imagine-se com esta idade. Para o Carlos, tratava-se de uma t-shirt igual a qualquer outra.
Quando o Carlos chegou à escola, a t-shirt provocou algum alarido entre os seus colegas, que elogiavam a t-shirt, mas sistematicamente o questionavam sobre o que a frase "No More Looking Back" queria dizer. Sinceramente, ninguém pode criticar os colegas do Carlos por serem curiosos, no entanto o dono da t-shirt nada podia dizer a esse respeito, já que ele próprio não percebia por que motivo a frase estava lá. Nestas coisas das t-shirts, há uns que usam umas t-shirts de bandas, outros de certas marcas, outros sem nada escrito, outros com um desenho qualquer, mas quando estas trazem muita coisa escrita, parece que há sempre ali qualquer coisa que escapa ao comum dos mortais. Para além de terem o inconveniente de despertar sempre a atenção das outras pessoas.
Perante o constrangimento e a perplexidade que aquela t-shirt lhe trouxe, o Carlos passou, a partir daí, a comprar exclusivamente t-shirts lisas. Até hoje. Decidiu seguir o conselho contido na t-shirt e não quis voltar a recordar. Neste caso, recordar as t-shirts que usava até ao dia em que comprou aquela polémica t-shirt.
A boneca que fala
Tive o link para a boneca que fala (ou a pivot virtual, para ser mais preciso) durante muito tempo no Links de Luxo e só ontem é que me lembrei dele. Desde ontem que parte das minhas conversas com os meus colegas de trabalho são feitas por intermédio da boneca, que também fala português.
Aqui fica o link, bastante útil para animar os dias de trabalho.
Aqui fica o link, bastante útil para animar os dias de trabalho.
Clientes da CGD alvo de tentativa de fraude
Os clientes da CGD receberam um e-mail fraudulento, no qual havia uma tentativa de lhes "sacar" os respectivos dados. Aqui consta o respectivo conteúdo:
Cliente respeitado!
Devido a situação que nós temos em nosso país em torno a Online-Banking, nós fazemos exame de medidas para rever todas as contas-online a fim de descobrir as contas de "um dia", utilizadas para "lavagem" do dinheiro roubado. Nós pedimos a todos os clientes encher o formulário da confirmação dos dados da conta.
Atenção! As contas que não passarão a revisão a 30.08.06, serão restritas à explanação a fim de seu abertura e uso. A revisão atual é requerida para os clientes particulares e para as empresas.
FICHA para os clientes particulares:
FICHA para os clientes incorporados:
Nós pedimos-lhe desculpas por aquelas medidas. Nós agradecemos para Sua compreensão e esperamos continuar a colaboração com Você.
Atentamente,
Banco, Caixa Geral de Depόsitos
Departamento de Segurança
Um conselho: antes de se dedicarem à pirataria informática, aprendam a escrever, pá!
Cliente respeitado!
Devido a situação que nós temos em nosso país em torno a Online-Banking, nós fazemos exame de medidas para rever todas as contas-online a fim de descobrir as contas de "um dia", utilizadas para "lavagem" do dinheiro roubado. Nós pedimos a todos os clientes encher o formulário da confirmação dos dados da conta.
Atenção! As contas que não passarão a revisão a 30.08.06, serão restritas à explanação a fim de seu abertura e uso. A revisão atual é requerida para os clientes particulares e para as empresas.
FICHA para os clientes particulares:
FICHA para os clientes incorporados:
Nós pedimos-lhe desculpas por aquelas medidas. Nós agradecemos para Sua compreensão e esperamos continuar a colaboração com Você.
Atentamente,
Banco, Caixa Geral de Depόsitos
Departamento de Segurança
Um conselho: antes de se dedicarem à pirataria informática, aprendam a escrever, pá!







