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superfm mau ambiente
parodia do trabalho de contabilista
jogos virtuais que aparece o boneco
marketing mix das conservas ramirez
O Telefone Chora - cantor de portugal
electricidade colectânea dj bobo
lacoste falsa tem crocodilo bordado
blogspot moscavide

Nobre Povo

Nesta altura em se pode encontrar de tudo na televisão, sabe sempre bem encontrar aqui e ali bons programas feitos por cá. Falo do programa "Nobre Povo", que passa na RTPN, destinado a dar a conhecer os mais diversos casos de pessoas que trazem consigo estórias com o cunho da humanidade e que demonstram que, apesar do clima menos optimista que hoje em dia se vive, ainda vale a pena acreditar no povo português. Até hoje não tive oportunidade de ver todos os programas, mas daqueles que vi, houve alguns que me chamaram a atenção: o jovem que geria uma livraria de poesia apenas pelo gosto pela arte e sem ter sequer a contabilidade organizada para saber se o negócio dava ou não lucro, os voluntários que há duas décadas visitavam assiduamente os reclusos em prisões no Porto ou o ex-emigrante na Venezuela que construiu uma espécie de Disneylândia com influências de Dali como forma de combater a tristeza pela morte de um filho. As reportagens incidem por norma pelo Grande Porto e têm o mérito de não cair no paternalismo ou na troça face aos protagonistas. A prova como não são precisos grandes meios técnicos ou grande espalhafato para se fazer bons programas de televisão.

Resolução

A minha resolução natalícia para este período festivo em que estamos é relativamente simples: responder à habitual avalanche de sms a desejar boas festas apenas quando fôr evidente que tal nos foi diretamente dirigido e não incluído numa distribution list em que a mesma mensagem é enviada para nós, para o colega do call center no tempo da faculdade, para o tipo da mercearia da rua de baixo ou para uma amiga brasileira. Ironicamente, caio exatamente no mesmo erro lanço daqui o meu apelo sem me dirigir a ninguém em especial, mas sim ao vasto auditório como se este fosse um só e não composto de n pessoas diferentes: um bom Natal para todos.

A Instituição do Natal

Todos os anos surge invariavelmente a velha instituição do Natal. Não me refiro ao Pai Natal ou às luzes manhosas vendidas em lojas chinesas para colocar nas árvores de Natal. Falo evidentemente do Ferrero Rocher. O chocolate que demonstra que também no ramo da lambusice se pode ser conservador: há mais de duas décadas que o sabor continua intacto a fazer lembrar o Nutella para barrar, o anúncio que mantém a velha relação do Ambrósio com a patroa, o prateado da embalagem que remete para o universo do pequeno luxo com um ligeiro toque kitsch a que todos temos direito. Poucos serão aqueles que ao longo dos natais não contaram pelo menos com uma caixa de Ferrero Rocher. Acaba por ser uma solução de último recurso quando a imaginação e a carteira não dão para mais, mas é uma opção fiável: não há quem não goste e ainda estará para vir o primeiro que deixou que o Inverno passasse e os tenha deixado estragar. Ninguém dirá que a melhor prenda que recebeu até hoje foi uma caixa de ferreros, mas pouca gente irá lamentar a sua sorte quando os receber nesta época natalícia. Face à sua fiabilidade enquanto prenda, não é arriscado dizer que estes bonbons estão para uma lista de prendas um pouco como as utilities numa carteira de acções: um valor que se pode considerar seguro.

Sistema respiratório

Fui apanhado na fúria do vírus da gripe sazonal - pelo menos, assim o espero - que vai massacrando os sistemas respiratórios da Nação e engrossando as vendas das marcas de lenços de papel: basta ver qualquer espaço em que estejam presentes mais de cinco pessoas. Ainda assim, o embate não foi forte ao ponto de me mandar para o estaleiro. No meio deste precalço, prevalece um dado de eficiência de gestão doméstica: os ilvicos que ando a consumir expiram o prazo no final do presente mês. Visto assim, é melhor a gripe aparecer agora do que em Março.

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desinteressante sinonimo
o perfil do europeu
"auto-estima na tv"
como escrever mensagens com sinais no facebook
videos.de.vutose ;vat,am/as///a
lei que foi aplicado a pasta medicinal couto
grupo força suprema afinal era grupo criminoso
que fazer quando aparece * numa amostra estatistica

Com licença


Uma vitória sobre o Porto, num clima de pancadaria a recordar velhos clássicos de há década e meia atrás, com decisões meio dúbias da arbitragem pelo meio. Era difícil desfecho melhor para este clássico. A Nação benfiquista tem razões para ter boas expetativas para o que se segue do campeonato.

Asas

Uma das maiores manifestações da cultura popular dos últimos anos em Portugal - o Red Bull Air Race - vai mudar-se para Lisboa. A notícia não é motivo de orgulho para Lisboa e para o país. Em primeiro lugar, porque a enorme agitação que se vive no Porto aquando do evento muda-se de armas e bagagens para Lisboa, o que só beneficia os comerciantes. Em segundo lugar, porque o facto de antes se fazer noutra cidade que não a capital dava um pequenino contributo para equilibrar a balança em termos de grandes eventos. Em terceiro lugar, talvez o mais grave, porque parece que houve intervenção do Turismo de Lisboa nesta decisão, o que obviamente não terá sido feito de borla e que suscita a interrogação, um pouco à laia de argumentário taxista, de que se não há dinheiro para hospitais e escolas, porque razão este passa a existir para uns tipos fazerem umas piruetas no ar. Resta torcer para que o evento esteja longe do almejado sucesso.

Encravado no tempo



Se é certo que há músicas que encaixam que nem uma luva às décadas em que apareceram e há também outras que surgiram completamente fora de tempo, é necessário também recordar aquelas cujo infortúnio foi o de terem sido editadas na transição das décadas. Nestes períodos complicados de transição de década, essa é uma memória que inevitavelmente assalta quem tem um mínimo de interesse por música. Há 10 anos, algumas das bandas que preenchiam as playlists das rádios ou as lojas de música eram, por exemplo, os Guano Apes, os Lamb, sem esquecer a grande vaga de fundo do Nu-Metal. Tiveram o azar de verem os "picos de carreira" ocorrer em período de transição e acabaram por não ver os nomes associados a décadas específicas.

Por estes dias, vou-me recordando de uma música verdadeiramente demolidora surgida há 10 anos: "Freestyler", dos Bomfunk MC's. Vindos da Finlândia, lançaram um disco com uma série de boas músicas , mas depois disso pouco se ouviu falar deles, algo relativamente comum às bandas de música electrónica. Esta música tinha o condão de ser relativamente transversal na cultura pop: tanto encaixava na playlist de boa parte das rádios, como numa noite de rock duro do Rockline, sem esquecer que até à televisão portuguesa chegaram a ir. E não será difícil encontrar quem tenha ficado absolutamente viciado neste tema.

Olímpiadas no sofá



As simulações de desporto, se exceptuarmos as anuais edições de jogos de futebol ou mais um outro título, não são propriamente aquelas que ocuparão os tops de vendas ou constam nas wishlists da maioria das pessoas. Mais ainda se se tratar de uma simulação de algo como os Jogos Olímpicos, em que o jogador é parte ativa nos 100 metros, no tiro ou na ginástica, citando as dezenas de provas olímpicas disponíveis. Jogos destes fizeram história no Spectrum e ficaram mais conhecidos pelos teclados que ajudaram a inviabilizar - para quem não sabe, a velocidade ou a força são proporcionais à rapidez no clicar das teclas - do que pelas grandes memórias que trouxeram. Tenho, no entanto, para mim, enquanto apreciador praticamente apenas do lado Arcade dos videojogos, que é aqui cumprida na íntegra a função de entretenimento de forma despreocupada. Eu, que passei animados serões de paródia em minha casa a jogar Atenas 2004 na PS na companhia de mais dois maduros, teria que ter mais cedo ou mais tarde o seu sucedâneo, lançado no último ano. O jogo é, porventura, mais do mesmo, com mais jogos e melhores gráficos. O comando precisa de ser mais rotinado para a natação ou as provas de barreiras, mas nos 1500 já sou um expert. Tudo por pouco menos de 10 euros na Amazon.

"Para o Natal de presente eu quero que seja..."

Não foi na época natalícia que recebi até hoje as melhores e mais significantes prendas, mas em variedade é inquestionável que me tem sido um período profícuo. Por entre prendas mais ou menos marcantes ou mais ou menos úteis, vou desenrolando da memória quase a história e os diferentes estádios da minha existência a esses mesmos presentes natalícios: os peluches, os brinquedos, os pequeninos jogos eletrónicos, os exemplares da literatura infanto-juvenil, os CD, os perfumes, a roupa, as utilidades para a casa.

Se é certo que não me posso, de maneira alguma, queixar cheguei ontem à conclusão que me falta a mais emblemática das prendas de Natal. Não falo, evidentemente, das meias de lã, mas sim do cabaz de Natal. Com muita pena minha, evidentemente. Parecendo algo um tanto um quanto antiquado ou datado - o que, por si só, já lhe acrescente valor - tem o mérito de conter produtos não só úteis mas com uma variedade assinalável, o que torna impossível qualificá-lo como uma má prenda. Dificilmente alguém se pode queixar por receber, de uma assentada, garrafas de azeite, queijos, doces para barrar no pão e um pequeno mimo gourmet. Para além disso, nos dias difíceis que correm, o cabaz de Natal traz consigo a ideia pedagógica de que as melhores prendas são aquelas que devem ser usadas. A ideia para moralizar a Nação em período natalício seria encher este país com 10 milhões de cabazes de Natal.

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hi5 catia trocado

simpatias e orações para abortar

Jel vende caixões a Velhos

hi5...fadistas

filme de um barbeiro que termina com uma parada de 50 snod de uma cidadezinha dos estados unidos

alguma coisa sobre fernando mendes

como foi desenvolvido esteretipo do vendedor de carros

leide boy

forca suprema ja sairam da pj?

Vampiros e lobisomens

Parece que um dos fenómenos adolescentes que está a dar neste momento é o afamado "O Crepúsculo" (ou "Twilight"), em que é protagonizada uma história de amor envolvendo uma jovem e um vampiro. Uma história de amor tecnicamente impossível, portanto, e que é um filão inesgotável para bons sucessos de vendas. Do que andei a investigar, aquilo é coisa para de repente aparecerem uns lobisomens no meio da história, o que, parecendo que não, lhe dá um ar mais sofisticado. Fico obviamente feliz por os adolescentes de hoje poderem ver filmes de lobisomens em condições. Há 20 anos atrás, um tipo queria ver filmes de lobisomens e o mais longe que podia ir dentro do cinema mainstream seria "papar grupos" como o "Lobijovem".